A propósito de uma crônica de Fernando Veríssimo sobre as preocupações no momento político do tipo 'falar de baleias', quando precisamos é tirar lascas para acender a fogueira. Estamos em busca de quem realmente se dê conta que passou o tempo de 'ver navios'. O momento nos exige e nos aperta de tal forma que não dá para fazer discurso com aquelas voltas, que o cachorro dá, antes de se deitar. Hoje o que se vê quase às vésperas de um feriado de Páscoa é a preocupação com tamanho do ovo. O ovo da avó, o ovo do filho, o ovo da neta e o preço do cacau. As viagens do Presidente são substituídas por viagens do filho e a reforma da Previdência estancada até onde se pode levar, enquanto isso, fico aqui preocupada também com o tamanho da falésia de minha terra, enquanto as baleias não passam. "Memória ...Através delas daremos livros, livros a-mão-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana". Darcy Ribeiro
quarta-feira, 17 de abril de 2019
AS NOSSAS PREOCUPAÇÕES
A propósito de uma crônica de Fernando Veríssimo sobre as preocupações no momento político do tipo 'falar de baleias', quando precisamos é tirar lascas para acender a fogueira. Estamos em busca de quem realmente se dê conta que passou o tempo de 'ver navios'. O momento nos exige e nos aperta de tal forma que não dá para fazer discurso com aquelas voltas, que o cachorro dá, antes de se deitar. Hoje o que se vê quase às vésperas de um feriado de Páscoa é a preocupação com tamanho do ovo. O ovo da avó, o ovo do filho, o ovo da neta e o preço do cacau. As viagens do Presidente são substituídas por viagens do filho e a reforma da Previdência estancada até onde se pode levar, enquanto isso, fico aqui preocupada também com o tamanho da falésia de minha terra, enquanto as baleias não passam. terça-feira, 9 de abril de 2019
domingo, 7 de abril de 2019
segunda-feira, 25 de março de 2019
A despetizaçãoXpestização
O impeachment realizado com motivos de 'pedaladas fiscais', de uma limpeza moral para que o país voltasse a crescer com controle de altas de preços e com o inesquecível 'tchau querida' em tantas bocas felizes com o chamado chute grosseiro e sem o fundamento jurídico, apenas com grande ênfase midiático, está com rachaduras. A preocupação com a violência sempre divulgada com cenas de horror e com aquele, põe o 'dedo na ferida', chega mais perto e mostra para o telespectador o que se passa aí no bar do seu Tito. Todos os dias dois ou três programas traz as informações que são divulgadas para a sociedade participar com minúcias da violência em todo o território nacional. O ódio praticado nos crimes atravessam as telas e chegam aos lares que as pessoas contraem. São tomados também do mesmo ódio que percorre todas as veias. São acumulados no decorrer do tempo o saldo sobre saldo no nosso inconsciente os traumas de tanta violência divulgada. Um dia as pessoas irão levantar e dizer, hoje quem comete o estupro sou eu: estupro do posto de gasolina que sobe sem parar, estupro no quilo do feijão, estupro na escola da criança que não encontrou vaga e a coragem de agredir um vendedor de frutas, porque estava de cérebro quente.
Fuzilar o PT, o mesmo que fazer uma despetização vem de encontro uma Nova Era, da pestização: mais pesticidas sobre a mesa, mais pesticidas na reforma da previdência e mais pesticidas na cabeça ocas do governo que infecta a nação de vergonha todos os dias com lives, com tuitadas e a República de Curitiba dando sempre o show da tarde.
A mesma elite que vira as costas para a esquerda, com chavões à Olavo de Carvalho e falas de que os comunistas comem criancinhas, agora não há país que lhes acolham para embalar as sandices e melhor será colocar o país para funcionar. Enquanto isso a população fica no aguardo das soluções num país que passou a ser laboratório de experiências políticas.
domingo, 10 de março de 2019
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
BRASILEIROS PEDEM SOCORRO
A crise da Venezuela deixa de ser crise, quando comparados com a miserabilidade que vive o povo dos US, que se alojam em barracas nas beiras de estradas. A crise da Venezuela deixa de ser crise quando os brasileiros entram na maior crise, com o índice de desemprego que chega 12,75 e nenhuma ajuda humanitária chega até essas pessoas. A crise criada na Venezuela com desemprego de 7,5% e com salários, e dentre esses alguns levantam o equivalente a 20,00 reais por mês, exatamente como aqui com jovens nas sinaleiras pedindo moedas, ou ainda em roças, no sol, para ganhar 5,00 reais por dia. Temos a política de não dar nada e sim cobrar por qualquer coisa para que a pessoa dê o devido valor ao que está recebendo, então a venda do pão no final dia vai custar 5,00 reais, o valor da capina, equivale ao valor do trabalho executado. Observa-se nesse baixo valor pago, que o trabalhador não levou o pão que precisava de graça, nem o empregador havia interesse de manter o empregado, foi apenas para que ele desse valor ao pão que os 5,00 reais comprou, o valor da mão de obra. Discutir reforma previdenciária sem políticas de emprego é o mesmo que malhar em ferro frio, pois quem alimenta o caixa da previdência social são as contribuições pagas pelo empregador, que assina as carteiras de trabalho. Com contribuições exorbitantes mesmo com o desemprego, a previdência mantém-se em superávit de caixa. Abaixo a reforma da previdência e que as políticas de emprego sejam alavancadas, pois de nada servirá entoar o Hino Nacional nas escolas e a criança chegar em casa e ver os pais desempregados.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Contexto Livre: Por que te cálas, Luis Roberto Barroso
Contexto Livre: Por que te cálas, Luis Roberto Barroso: Assim como seu colega Luiz Edson Fachin, da noite para o dia adaptou suas convicções aos tempos de intolerância que se avizinhavam E...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Contexto Livre: O Mito da Caverna de Platão em quadrinhos
Contexto Livre: O Mito da Caverna de Platão em quadrinhos: O Mito da Caverna, ou Alegoria da Caverna, é um texto do filósofo grego Platão, parte do Livro VII de A República. Através de um diálo...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Caça ao animal em extinção
Milionário texano, o empresário Bryan Kinsel Harlan, paga uma taxa equivalente a 400 mil reais para matar um bode no Paquistão. Essa é a terceira vítima de milionários, apesar dos protestos de organizações voltadas aos animais em riscos de extinção. Temos aqui o milionário a serviço da imbecilidade, um paradoxo da sabedoria, que diga-se, sem medo de errar, o sapiens se desligou do homo numa circunstância como esta. Do perfil do Facebook de Adriano Milani.quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
ONDE ESTÁ O DÉFICIT DA PREVIDÊCIA SOCIAL (INSS)?
DECRETO Nº 9.700, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2019
Altera o Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere art. 84,caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991,
DECRETA:
Art. 1º O Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 169. ................................................................................................................
§ 1º Excepcionalmente, nas hipóteses de estado de calamidade pública, reconhecidas por ato do Poder Executivo federal, o INSS poderá, nos termos estabelecidos em ato do Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, antecipar aos beneficiários domiciliados nos respectivos Municípios:
................................................................................................................" (NR)
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 8 de fevereiro de 2019; 198º da Independência e 131º da República.
JAIR MESSIAS BOLSONARO
PAULO GUEDES
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Na Idade média era assim
"O que está fora de
qualquer dúvida é que os filósofos, quase por universal consenso, ridicularizam
a advocacia e, com grande propriedade, qualificam esse mister como ciência de
burro. Entretanto burros ou não, serão sempre eles os intérpretes das leis e os
reguladores de todos os negócios." (Elogios da Loucura, Erasmo de Rotterdam)
Na Idade média era assim, antes dela também e nos tempos modernos, nesta contemporaneidade do século XXI, nada mudou; continua sendo a ciência de burro, assim ela se divide em três pensamentos, os que fazem dela continuar sendo a ciência dos burros, os que fingem que não sabe que é a ciência dos burros, e os que conhecem bem a ciência dos burros. Salvo-conduto, que se lembre da ironia do pensador, tanto que dedica o livro a um excelente advogado da corte inglesa (Thomas, autor de Utopia), em homenagem a sabedoria, a fidelidade e os mesmos cuidados em lidar com o ofício, era um humanista, que enfrenta o Canal da Mancha para resolver a querela do Rei. (Café com Poesia - Grupo de poetas de Torres - RS - Cardoso,ML)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Contexto Livre: TCU errou. Pasadena deu lucro à Petrobras
Contexto Livre: TCU errou. Pasadena deu lucro à Petrobras: A Petrobras teve lucro e não prejuízo, na transação apontada em Acórdão “Na compra do sistema de Pasadena pela Petrobras podem ter ...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
RÚSSIA MANDA RECADO
domingo, 27 de janeiro de 2019
Sensor Econômico Brasil : Ah, a Vale... antes de ser privatizada!
Sensor Econômico Brasil : Ah, a Vale... antes de ser privatizada!: Por Gilberto Maringoni A Companhia Vale do Rio Doce, estatal fundada por Getúlio Vargas, era, nos anos 1990, um conjunto de 27 empresas,...
sábado, 26 de janeiro de 2019
AS RIQUEZAS MINERAIS SÃO NOSSAS - Nada de privatizações!
Do perfil de Bob Sobreira, do Facebook. Agradecida pela lembrança do vídeo e publicação.
AS RIQUEZAS MINERAIS NOS PERTENCEM E O SER HUMANO RESPEITADO
Constituição de 1988 estabelece regras relacionadas com a sustentabilidade ambiental que varia de estado para estado, com alterações ao longo dos anos, com decretos. O impacto ambiental gerado pelas mineradoras é de responsabilidade do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente. A nossa legislação é uma das mais rígidas do mundo, mas a nossa exploração compromete o meio ambiente, porque a atividade não é fiscalizada e das 100 maiores empresas exploradoras apenas 25% possuem unidades certificadas pela ISSO 14.001 e mesmo as que detém o certificado não garante o cuidado regulamentado. Elas dispersam mercúrio, lama e outros detritos que contaminam o solo próximo e longe da mineradora num desrespeito ao ser humano. O custo com medidas preventivas, como contenção de lama e mercúrio vai elevar o custo da produção e a ganância está em primeiro lugar. Os lucros são exorbitantes e faz parte do jogo sujo, da lavagem de dinheiro, do contrabando e do enriquecimento ilícito. Estes são os donos de capital explorado sem precedentes, avançam cada vez mais, sem escrúpulos, aos olhos da sociedade perplexa que se pergunta sobre a origem de tanto dinheiro e assim são proclamados os homens mais ricos do planeta.
Todo minério extraído e avaliado deve pagar imposto para o Estado e isto gera receita. O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em termos de reservas e o 13º em produção, com 61 milhões toneladas métricas. As riquezas nacionais devem pertencer ao Estado, cabe a ele gerenciar e cuidar do que pertence a nação, pois é dessa exploração que vamos extrair também receita para para as despesas com políticas públicas. Atualmente o nosso ouro, ou metade dele desaparece nas mãos dos exploradores e isto corresponde aproximadamente 2,4 milhões de onças troy ao ano (3,6% do total mundial) fica de fora do balanço de pagamentos e de fora do regulador do PIB, pois a extração de minérios é responsável aproximadamente 3% do PIB brasileiro, porém no produto final chega a 29% e em alguns casos os minerais transformados como nas industrias automobilísticas, eletrônicas, eletrodomésticos ou na construção civil participam com 40% na economia do país. Como o órgão regulador dos nossos minérios aparece em primeiro lugar o Ministério de Minas e Energias e outras agências reguladoras ou fiscalizadoras. Cabe lembrar, as emendas constitucionais, decretos que precisam ser analizados. Não basta para gerenciar uma empresa apenas a documentação, mas regras rígidas a ser cumpridas. Foto do perfil de José Carlos Rodrigues do Facebook.
Pesquisa feita em 05/10/12
Contexto Livre: Ministro Barroso, minha dor é perceber que apesar ...
Contexto Livre: Ministro Barroso, minha dor é perceber que apesar ...: Abstract : Pensei muito se escreveria esta coluna. Afinal, quem se interessa por garantias constitucionais em (i) um país em que querem...
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