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quinta-feira, 13 de março de 2014

ASSIM CAMINHA OS DEUSES DESTE PLANETA

"Toda a civilização ocidental baseia-se na premissa de que o homem foi feito à imagem e semelhança de um deus criador de todas as coisas e que, portanto, é o centro do universo. A decorrência disso é que o homem não se sente comprometido com os outros seres vivos, que ele acha que existem só para servi-lo. O ambiente natural é apenas uma fonte de riquezas e satisfação das suas necessidades.
A aplicação prática desses princípios durante séculos tem como consequência um desequilíbrio cada vez maior do ambiente, com o envenenamento das águas, do ar, dos alimentos e, evidentemente, do próprio homem. O universo é todo harmônico, equilibrado, e a destruição de um de seus componentes, por mínimo que seja, nunca tem efeitos isolados. Quando se drena um banhado, matam-se milhões de seres, que servem de alimentos a outros seres e assim por diante. Com o desequilíbrio, surgem as pragas e, para combater as pragas, são necessários os venenos, em doses cada vez maiores"

(José Lutzenberger - Entrevista para o cooJORNAL Nº 10, novembro de 1976). Contribuição de Solange Borges que está no Facebook.
 Esta ignorância do povo é UNIVERSAL, nós ocidentais criados a imagem e semelhança de deus e como deuses destruímos tudo: animais e toda a espécie de planta e comemos venenos. Vemos do lado oriental deuses comandando com as indústrias, com cidades crescendo em estuários de rios que viraram esgoto com embarcações entrando e saindo com cargas e mais cargas. Máscaras são fabricadas para uso dos asiáticos e a poluíção ameaça cruzar o Pacífico. Pequenos países são destruídos por poderosas nações porque tem minerais e assim caminham os deuses deste planeta.

sábado, 7 de julho de 2012

O GRANDE LIXÃO E EARTH COUNCIL

Marcos Pereira http://correiodopovo.com.br/Blogs/marcos-pereira/, escreve com muita propriedade e responsabilidade perante os leitores. Encontramos em jornais pessoas que afirmam que nunca viram um saco de lixo em riacho, rio, lagoa ou mar. Deveria ser proíbido dizer tanta bobagem para o leitor e ainda receber por isso. Deixamos de lado a baixa literatura, o baixo conhecimento e o desinteresse por melhorar o nosso Planeta. A matéria publicada por Marcos com o título de "LIXÃO DO MUNDO?" foi no momento certo e serve de alerta. Quarenta toneladas de lixo podre seriam descarregadas em Santa Catarina vindos do  Canadá. Tenho todo respeito pelos canadenses pela limpeza e educação em seu país, espero que esta medida tomada por um ou mais ficha suja não me faça mudar de opinião com relação ao povo canadense. Sujos  foram aqueles que tiveram a idéia de enviar o lixo e sujos os brasileiros que estavam comprando ou recebendo propina para receber o lixo. Os brasileiros que tiver solução para acomodar o nosso próprio lixo que se apresente e Porto Alegre tem lixo na rua para ser recolhido há muito tempo e os vermes já são avós. Recomendo Ministério Público para todo brasileiro   que não obedecer a Carta da Terra e Canadian Police para os canadenses que não cumprir Earth Council. Merecemos respeito e aqui não é o Lixão do Mundo e que outros países também nos respeitem. Confira matéria completa no C.Povo, p. 3 de 11.03.12

terça-feira, 12 de junho de 2012

G - 8 E OS DEVERES DE CASA



Discutiu-se mudanças climáticas globais em 1980, no Rio de Janeiro (Brasil), na Conferência das Nações Unidas e redigiu-se um documento chamado Convenção do Quadro de Mudanças Climáticas (CMC). Em 1997, discutiu-se e negociou-se em Quioto (Japão), políticas públicas e mudanças climáticas, assinado por 55% dos países compromissados e entrou em vigor somente em 2005. Wikipédia. Até ai já se passaram 25 anos. A ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, disse ontem que o Brasil "fez o dever de casa" resultado dos encontros em Cancún/México durante a conferência da ONU sobre Mudanças Climática (COP-l6). Promete cortar as emissões de gases estufa até 39% e combater o desmatamento nos próximos 10 anos. A ministra esteve em Nagoya (Japão), na Convenção da Biodiversidade, sem espectativa de fechar acordo sobre as metas do Protocolo de Quioto, ou seja os países desenvolvidos não cortariam as emissões de gases e os países ricos não repassariam recursos para os países pobres que possam tomar iniciativa com relação ao aquecimento global. (C.Povo, pg. 21, 27.11.2010) A ministra deve estar equivocada quando diz que o Brasil fez o dever de casa. O desmatamento continua desenfreado e os ônibus, ainda, circulam com desgarga aberta. Caminhões guinchos e outros também estão poluindo, e carros a deesel também. Os frequentes incêndios criminosos a carros na rua, também polui. As queimadas persistem, e a fumaça entra pela porta do seu ministério. Os meninos (os carvoeiros) aquecem-se, mudam de cor e ficam sem estudar na boca dos fornos de produção de carvão. Até quando Senhora ministra? De que dever de casa a Senhora está se referindo? Os deveres de casa dos meninos carvoeiros ou dos meninos de rua? Ministra, estes meninos precisam ser tirados da rua e receber educação integral. Para isso será necessário quatro coisas: escola, escola e escola, e dar dignidade aos professores.

quinta-feira, 8 de março de 2012

G - 8 - QUE BELA PROMESSA

G-8 "QUE BELA PROMESSA!"
Tudo começou em 1975, Rambouillet (França), com governantes das seis nações mais ricas do planeta. Era o G-6. Reuniram-se: Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Japão e Itália, todos com economias consolidadas e com força e influência política na ONU, FMI e OMC. Discutiram problemas que envolviam propriamente os seus umbigos: comércio internacional e manter relações com aqueles países que estavam em desenvolvimento, ou seja viver em paz com quem estava se desatolando. De 1976 a1998, passou a chamar-se G-7, incluiram o Canadá. Reunidos em Lyon (França) 1996, pensaram nos países extremamente pobres e individados. Em Birmingham (Reino Unidos) em 1998, aconteceu a primeira reunião do G-8, agora com a participação da Rússia que já vinha participando de penetra. Chefes de Estados para um lado e Ministros para outro, ou seja duas reuniões paralelas. Tudo por telepatia. Em 1999 em Colônia (Alemanha), reforçaram as discussões em torno da dívida dos países pobres (baixar juros). Em 2000 em Okinawa (Japão), concordaram em conceder financiamento maior para o combate as doenças infecciosas e financiar tecnologia digital, ou seja os paupérrimos comprariam equipamento dos muito ricos. A diferença entre os dois era gritante e precisava informatizar os pobres. Em Gênova (Itália) em 2001 criaram o Fundo Mundial de Luta (HIV), a Malária e a Tuberculose. Os portadores de AIDS na África, contraem a Malária de 20 em 20 dias, a Tuberculose, e uma variedade de doenças. Alguns países africanos foram selecionados (os menos doentes das pernas) para participar da reunião. O acordo ficou conhecido por NEPAD (Nova Parceria para o Desenvolvimento da África). Em Kananaskes (Canadá), em 2002 o texto ficou belíssimo: plano de ação, definição de áreas de prioridades, ajuda para o desencolvimento sustentável, disseminação das armas, educação para todos os africanos. Não ficou de fora Oriente Médio x Paquistão, Afeganistão x Índia, o combate ao terrorismo e a lavagem de dinheiro. Em Rostock (Alemanha) em 2007, aconteceram manifestações populares porque os países reunidos não faziam a lição de casa e ensinavam os pobres a fazer. Veja, as promessas do G-8: 1 - erradicar a pobreza; 2 - educação primária básica para todos; 3 - igualdade de direitos entre homens e mulheres; 4 - combate as doenças (saúde para o povo);
5 - combate a mortalidade infantil;
6 - AIDS, Malária e Tuberculose como prioritárias;
7 - sustentabilidade (dar condições para caminhar com as próprias pernas) e
8 - fazer uma parceria global (ou seja os países ricos unidos dariam a força).
Ainda documentaram sobre o meio ambiente: aquecimento, desertificação, poluição, desmatamento e chamaram de METAS DO MILÊNIO. Extraído do Wikipédia.
Assunto relacionado:
1 - G-8 e os deveres de casa

quarta-feira, 7 de março de 2012

VERSÃO DA CARTA DA TERRA


Segue abaixo a versão da Carta apresentada no Fórum Rio+5, em 1997 de forma solidária entre todos e com a comunidade da vida, nós, os povos do mundo, comprometemo-nos à ação orientada pelos seguintes princípios inter-relacionados:
1. Respeitar a Terra e toda a vida. A Terra, toda a forma de vida e todos os seres vivos possuem um valor intrínseco e têm direito ao respeito, sem levar em conta seu valor utilitário para a humanidade.
2. Cuidar da Terra, protegendo e restaurando a diversidade, a integridade e a beleza dos ecossistemas do planeta. Onde houver risco de dano grave ou irreversível ao meio ambiente, uma ação preventiva deve ser adotada a fim de evitar prejuízo. 3. Viver de modo sustentável, promovendo e adotando formas de consumo, produção e reprodução que respeitem e salvaguardem os direitos humanos e a capacidade regeneradora da Terra.
4. Instituir justiça e defender, sem discriminação, o direito de todas as pessoas à vida, à liberdade e à segurança pessoal, dentro de um meio ambiente adequado para a saúde humana e o bem-estar espiritual. As pessoas têm direito à água potável, ar puro, solo não-contaminado e à segurança alimentar.
5. Compartilhar eqüitativamente os benefícios do uso de recursos naturais e de um meio ambiente saudável entre as nações, entre ricos e pobres, homens e mulheres, e gerações presentes e futuras, internalizando todos os custos ambientais, sociais e econômicos. 6. Promover o desenvolvimento social e sistemas financeiros que criem e mantenham meios sustentáveis de subsistência, erradiquem a pobreza e fortaleçam as comunidades locais.
7. Praticar a não violência, reconhecendo que a paz é o todo criado por relações harmônicas e equilibradas consigo mesmo, com outras pessoas, com outras formas de vida e com a Terra.
8. Fortalecer processos que capacitem as pessoas a participar efetivamente no processo decisório e que assegurem a transparência e o dever da prestação de contas no exercício do governo e na administração de todos os setores da sociedade.
9. Reafirmar que às populações nativas e tribais cabe um papel vital no cuidado e proteção da Mãe Terra. Elas têm o direito de preservar sua espiritualidade, seus conhecimentos, terras, territórios e recursos.
10. Afirmar que a igualdade de gênero é um requisito do desenvolvimento sustentável.
Escrita no Rio em 97 (cinco anos após a Conferência das Nações Unidas em 92)
11. Assegurar o direito à saúde sexual e reprodutiva, com preocupação especial para com as mulheres adultas e jovens.
12. Promover a participação dos jovens, na qualidade de agentes responsáveis de mudança, visando a sustentabilidade local, bioregional e global.
13. Fazer avançar e aplicar o conhecimento científico e de outra natureza, bem como tecnologias, que promovam meios de vida sustentáveis e protejam o meio ambiente.
14. Assegurar que todas as pessoas tenham, ao longo de sua existência, oportunidades de adquirir o conhecimento, os valores e as habilidades práticas necessárias para criar comunidades sustentáveis.
15. Tratar todas as criaturas com bondade e protegê-las da crueldade e do aniquilamento arbitrário.
16. Não fazer ao ambiente dos outros o que não queremos que façam ao nosso. 17. Proteger e restaurar áreas de extraordinário valor ecológico, cultural, estético, espiritual e científico.
18. Cultivar e praticar um sentimento de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da Comunidade da Terra. Toda pessoa, instituição e governo têm o dever de promover metas indivisíveis de justiça para todos, sustentabilidade, paz mundial, respeito e cuidado para com a comunidade de vida mais ampla.