"Memória ...Através delas daremos livros, livros a-mão-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana". Darcy Ribeiro
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?: "ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual. Ficha técnica: Produção: Giba Assis Brasil, Mônica S...
POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
"ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual.
Ficha técnica:
Produção: Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt, Nôra Gulart
Fotografia: Roberto Henkin, Sérgio Amon
Roteiro: Jorge Furtado
Edição: Giba Assis Brasil
Direção de Arte: Fiapo Barth
Trilha original: Geraldo Flach
Empresa(s) produtora(s): Casa de Cinema de Porto Alegre
Narração: Paulo José
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo em 1991
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990
Educação e Pedagogia:
Disciplinas/Temas transversais:
Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Superior, Educação de Jovens e Adultos
Na Educação Básica:
Roda de conversa abordando o meio ambiente, reciclagem, destino do lixo, saúde, alimentação saudável, hábitos de higiene, consumo exagerado, ser humano, preconceito, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo, entre outros.
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Ficha técnica:
Produção: Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt, Nôra Gulart
Fotografia: Roberto Henkin, Sérgio Amon
Roteiro: Jorge Furtado
Edição: Giba Assis Brasil
Direção de Arte: Fiapo Barth
Trilha original: Geraldo Flach
Empresa(s) produtora(s): Casa de Cinema de Porto Alegre
Narração: Paulo José
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo em 1991
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990
Educação e Pedagogia:
Disciplinas/Temas transversais:
Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Superior, Educação de Jovens e Adultos
Na Educação Básica:
Roda de conversa abordando o meio ambiente, reciclagem, destino do lixo, saúde, alimentação saudável, hábitos de higiene, consumo exagerado, ser humano, preconceito, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo, entre outros.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
MINHA AVÓ INÁCIA NA PEROBA/SOMBRIO/SC
Contava minha avó Inácia que quando morávamos na Peroba, por volta de 1944, e meus pais tinham já os dois primeiros filhos lá se estabeleceram com uma casa de secos e molhados (uma venda). Poucas pessoas apareciam para comprar alguma coisa porque o local era muito afastado de qualquer civilização ficando o sítio mais próximo da Serra Geral do que hoje a BR 101. A localidade não tinha nome e para identificar chamavam de Mata-olho, nome de uma árvore que havia em abundância na região. Esta planta contém um látex que irrita os olhos. A madeira é mole e os índios guaranis ainda hoje utilizam para esculpir pequenos animais. Na minha certidão de nascimento consta que eu nasci no distrito de Peroba pertencente ao município de Sombrio. Peroba também é a denominação dada a alguns tipos de árvores, de madeira dura, pesada e de primeira qualidade. A casa ficava à beira de uma estrada que servia apenas para carros de bois e algum cavaleiro que por lá se aventurava. Havia nos fundos de casa um pequeno piquete onde a junta de bois era amarrada à tardinha com uma vaca leiteira e um cavalo que servia para alguma emergência. Alguns metros quadrados de cana que servia de alimento para os animais, pequeno pasto próximo ao piquete e o pomar.O restante era mata fechada que se juntava com a plantação de cana. Não havia tecido para confecção de roupas, minha avó e minha mãe teciam tranças de palha de tiririca e confeccionavam chapéus, para trocar por tecidos. Minha mãe empreendia uma longa caminhada à pé, durante o trajeto passava em outro sítio, uma amiga se juntava a ela e assim de sítio em sítio mais uma aderia ao grupo. Caminhavam de coivara em coivara até chegar ao rio Mampituba. Faziam uma travessia de canoa para trocar o artesanato, na margem direita, no município de Torres. Minha avó muitas vezes ficava sozinha em casa com as duas crianças ainda muito pequenas (meu irmão, Adroaldo e eu). Num desses dias que estavámos à sós, o sol já havia entrado e cedo minha avó começou a fechar as janelas, pois nuvens de mosquitos vinham do mato e recolheu os netos para o aconchego do lar. Nestas horas, no pequeno pomar cedo escurecia por baixo e quando uma fruta caia assustava todos.
Naquele silêncio de quem mora na mata algo estranho estava acontecendo. Os bois berravam e se agitavam loucamente. Minha avó que não temia nada saltou porta à fora e chegou ao local do piquete. As canas estavam quebradas, os bois emaranhados. Vovó achou muito estranho que em tão pouco espaço de tempo tanta coisa tivesse acontecido. Ouviu e viu o estremecer da plantação em direção ao mato sem poder identificar quem fez aquele estrago. O chão estava pisoteado pelos bois e mesmo assim deu para identificar muito mal pegadas humanas. Concluiu minha avó de que se tratava de índios. Ela e meu pai que acabava de chegar custaram para desenrolar os bois.
Hoje nós sabemos que existe a Caverna dos Bugres em Urubici, no mesmo estado. São várias cavernas. Eram moradas naturais dos índios. Parada obrigatória dos turistas a caminho de Urubici.
Um índio amazonense deu uma entrevista a um biólogo e não pude identificar o local contando história parecida com a da minha avó. Em 1981, uma vaca do vilarejo ficou muito assustada. Correu até o local e lá estavam as pegadas do Mapinguari, o abominável homem ou animal? Três palmos de comprimento, eram as pegadas. O susto na comunidade índigena levou-os abandonar a pequena vila e se estabelecer em um local mais aberto, próximo da margem do rio...
MINHA AVÓ INÁCIA NA PEROBA/SOMBRIO/SC
Contava minha avó Inácia que quando morávamos na Peroba, por volta de 1944, e meus pais tinham já os dois primeiros filhos lá se estabeleceram com uma casa de secos e molhados (uma venda). Poucas pessoas apareciam para comprar alguma coisa porque o local era muito afastado de qualquer civilização ficando o sítio mais próximo da Serra Geral do que hoje a BR 101. A localidade não tinha nome e para identificar chamavam de Mata-olho, nome de uma árvore que havia em abundância na região. Esta planta contém um látex que irrita os olhos. A madeira é mole e os índios guaranis ainda hoje utilizam para esculpir pequenos animais. Na minha certidão de nascimento consta que eu nasci no distrito de Peroba pertencente ao município de Sombrio. Peroba também é a denominação dada a alguns tipos de árvores, de madeira dura, pesada e de primeira qualidade. A casa ficava à beira de uma estrada que servia apenas para carros de bois e algum cavaleiro que por lá se aventurava. Havia nos fundos de casa um pequeno piquete onde a junta de bois era amarrada à tardinha com uma vaca leiteira e um cavalo que servia para alguma emergência. Alguns metros quadrados de cana que servia de alimento para os animais, pequeno pasto próximo ao piquete e o pomar.O restante era mata fechada que se juntava com a plantação de cana. Não havia tecido para confecção de roupas, minha avó e minha mãe teciam tranças de palha de tiririca e confeccionavam chapéus, para trocar por tecidos. Minha mãe empreendia uma longa caminhada à pé, durante o trajeto passava em outro sítio, uma amiga se juntava a ela e assim de sítio em sítio mais uma aderia ao grupo. Caminhavam de coivara em coivara até chegar ao rio Mampituba. Faziam uma travessia de canoa para trocar o artesanato, na margem direita, no município de Torres. Minha avó muitas vezes ficava sozinha em casa com as duas crianças ainda muito pequenas (meu irmão, Adroaldo e eu). Num desses dias que estavámos à sós, o sol já havia entrado e cedo minha avó começou a fechar as janelas, pois nuvens de mosquitos vinham do mato e recolheu os netos para o aconchego do lar. Nestas horas, no pequeno pomar cedo escurecia por baixo e quando uma fruta caia assustava todos.
Naquele silêncio de quem mora na mata algo estranho estava acontecendo. Os bois berravam e se agitavam loucamente. Minha avó que não temia nada saltou porta à fora e chegou ao local do piquete. As canas estavam quebradas, os bois emaranhados. Vovó achou muito estranho que em tão pouco espaço de tempo tanta coisa tivesse acontecido. Ouviu e viu o estremecer da plantação em direção ao mato sem poder identificar quem fez aquele estrago. O chão estava pisoteado pelos bois e mesmo assim deu para identificar muito mal pegadas humanas. Concluiu minha avó de que se tratava de índios. Ela e meu pai que acabava de chegar custaram para desenrolar os bois.
Hoje nós sabemos que existe a Caverna dos Bugres em Urubici, no mesmo estado. São várias cavernas. Eram moradas naturais dos índios. Parada obrigatória dos turistas a caminho de Urubici.
Um índio amazonense deu uma entrevista a um biólogo e não pude identificar o local contando história parecida com a da minha avó. Em 1981, uma vaca do vilarejo ficou muito assustada. Correu até o local e lá estavam as pegadas do Mapinguari, o abominável homem ou animal? Três palmos de comprimento, eram as pegadas. O susto na comunidade índigena levou-os abandonar a pequena vila e se estabelecer em um local mais aberto, próximo da margem do rio...
domingo, 22 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
FALA VALE?
Tales de Mileto, filósofo grego, que nasceu por volta de 625 a.c. já escreve sobre a crematísitca. Aristóteles em Ética para Nicômaco escreve que é através do emprego da crematítica que acontece a acumulação do numerário e a qualquer preço a prática é abraçada não importando o prejuízo a sociedade com degradação ao meio ambiente, sem preocupação das consequências. karl Marx cita este filósofo: "(...) não parece existir limites na riqueza e na posição, esta crematística não encontra nenhum limite a sua ambição que a de se enriquecer de um modo absoluto". Todos os recursos minerais pertencem ao governo federal e os direitos de exploração devem obedecer as regras do Código de Mineração. A Constituição de 1988 estabelece regras relacionadas com a sustentabilidade ambiental que varia de estado para estado. O impacto ambiental gerado pelas mineradoras é de responsabilidade do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente. A nossa legislação é uma das mais rígidas do mundo, mas a nossa exploração compromete o meio ambiente porque a atividade não é fiscalizada e das 100 maiores empresas exploradoras apenas 25% possuem unidades certificadas pela ISSO 14.001 e mesmo as que detém o certificado não garante o cuidado regulamentado. Elas dispersam mercúrio, lama e outros detritos que contaminam o solo próximo e longe da mineradora num desrespeito ao ser humano. O custo com medidas preventivas, como contenção de lama e mercúrio vai elevar o custo da produção e a ganância está em primeiro lugar. Os lucros são exorbitantes e faz parte do jogo sujo, da lavagem de dinheiro, do contrabando e do enriquecimeno ilícito. Estes são os donos de capital explorado sem precedentes, avançam cada vez mais, sem excrúpulos, aos olhos da sociedqade perplexa que se pergunta sobre a origem de tanto dinheiro e assim são proclamados os homens mais ricos do planeta. Todo minério extraído e avaliado deve pagar imposto para o Estado e isto gera receita. O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em termos de reservas e o 13º em produção, com 61 milhões toneladas métricas. Em síntese a colocação do autor é muito clara de como deve agir os meios oficiais: há de haver sempre ouro e prata necessário, pelos quais o comércio depende da frequência das transações e valor por eles pagos. Um processo circulatório sem preço e uma moeda sem valor depende logo ali da alícota de massa formada pelo mercado de troca porque uma parte da alícota do montante de metais extraído de um nação pertence a esta. Cabe-se lembrar que a Alemanha sempre teve muito ouro e na época em que o autor escreve "O capital" a população está empoprecida e impera a desgovernança. Não há respeito pelo cidadão nem aqui e nem na China.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
MEXENDO COM LIVROS: ÉTICA PARA NICÔMECO E O IMPACTO AMBIENTAL
MEXENDO COM LIVROS: ÉTICA PARA NICÔMECO E O IMPACTO AMBIENTAL: Tales de Mileto , filósofo Grego que nasce por volta 625 a.C já escreve sobre a crematística. Aristóteles em Ética para Nicômaco escreve...
ÉTICA PARA NICÔMECO E O IMPACTO AMBIENTAL
Tales de Mileto, filósofo grego, que nasceu por volta de 625 a.c. já escreve sobre a crematísitca. Aristóteles em Ética para Nicômaco escreve que é através do emprego da crematítica que acontece a acumulação do numerário e a qualquer preço a prática é abraçada não importando o prejuízo a sociedade com degradação ao meio ambiente, sem preocupação das consequências. karl Marx cita este filósofo: "(...) não parece existir limites na riqueza e na posição, esta crematística não encontra nenhum limite a sua ambição que a de se enriquecer de um modo absoluto". Todos os recursos minerais pertencem ao governo federal e os direitos de exploração devem obedecer as regras do Código de Mineração. A Constituição de 1988 estabelece regras relacionadas com a sustentabilidade ambiental que varia de estado para estado. O impacto ambiental gerado pelas mineradoras é de responsabilidade do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente. A nossa legislação é uma das mais rígidas do mundo, mas a nossa exploração compromete o meio ambiente porque a atividade não é fiscalizada e das 100 maiores empresas exploradoras apenas 25% possuem unidades certificadas pela ISSO 14.001 e mesmo as que detém o certificado não garante o cuidado regulamentado. Elas dispersam mercúrio, lama e outros detritos que contaminam o solo próximo e longe da mineradora num desrespeito ao ser humano. O custo com medidas preventivas, como contenção de lama e mercúrio vai elevar o custo da produção e a ganância está em primeiro lugar. Os lucros são exorbitantes e faz parte do jogo sujo, da lavagem de dinheiro, do contrabando e do enriquecimeno ilícito. Estes são os donos de capital explorado sem precedentes, avançam cada vez mais, sem excrúpulos, aos olhos da sociedqade perplexa que se pergunta sobre a origem de tanto dinheiro e assim são proclamados os homens mais ricos do planeta. Todo minério extraído e avaliado deve pagar imposto para o Estado e isto gera receita. O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em termos de reservas e o 13º em produção, com 61 milhões toneladas métricas. Em síntese a colocação do autor é muito clara de como deve agir os meios oficiais: há de haver sempre ouro e prata necessário, pelos quais o comércio depende da frequência das transações e valor por eles pagos. Um processo circulatório sem preço e uma moeda sem valor depende logo ali da alícota de massa formada pelo mercado de troca porque uma parte da alícota do montante de metais extraído de um nação pertence a esta. Cabe-se lembrar que a Alemanha sempre teve muito ouro e na época em que o autor escreve "O capital" a população está empoprecida e impera a desgovernança. Não há respeito pelo cidadão nem aqui e nem na China.
sábado, 17 de outubro de 2015
MEXENDO COM LIVROS: CIDADES FANTASMAS APARECEM NOS CÉUS DA CHINA
MEXENDO COM LIVROS: CIDADES FANTASMAS APARECEM NOS CÉUS DA CHINA: Visite a China, você pode ajudar a decifrar o enigma das cidades fantasmas que aparecem desde 2011. As teorias, as esplicações até o momen...
CIDADES FANTASMAS APARECEM NOS CÉUS DA CHINA
Visite a China, você pode ajudar a decifrar o enigma das cidades fantasmas que aparecem desde 2011. As teorias, as esplicações até o momento não convencem. Além de cidades, aparecem outros imagens como de um barco, ou algo indecifrável, outras lembram réplicadas de paisagens já conhecidas. Vá a China e confira de perto ou a NASA já sabe do que se trata?
sábado, 10 de outubro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
QUEM ESTÁ FAZENDO CAMPANHA PELA PRIVATIZAÇÃO?
Neste momento em que a sociedade se divide pelo grau de satisfação ou insatisfação do Estado, as opiniões saltam como pipocas numa panela sem tampa. O país se pinta de canarinho e bate os tambores, dita ordens de forma surreal, e a noção de governabilidade é aquela de "baixar as calças e mostrar as mamas". A mídia deve ser desprezada, pela forma tendenciosa: o papel do comunicador não se reporta a dar notícias, mas mergulhar de forma desastrosa numa propaganda contra o Estado, como se do outro lado o telespectador pedisse uma análise partidária. Jornais, revistas, nos poupam de gastos e assim nos sobra a Internet que concorre com todos. Rufam os tambores, "precisamos privatizar tudo". Não escapam do som "e caem os tolos". A experiência em transformar empresas estatais em empresas privadas não é uma novidade entre os brasileiros e nem em países de primeiro mundo. "O melhor estudo das privatizações britânicas conclui que a privatização por si provocou um impacto modesto no crescimento econômico a longo prazo – enquanto redistribuía regressivamente o patrimônio dos contribuintes e consumidores para os acionistas das empresas privatizadas. O único motivo para os investidores privados adquirirem empresas públicas aparentemente ineficientes é a eliminação ou redução de sua exposição ao risco, bancada pelo Estado. [...] Em condições privilegiadas, o setor privado se mostra tão ineficiente quanto o público – repartindo os lucros e transferindo os prejuízos para o Estado" (Judt). Pode-se citar o exemplo dos Estados Unidos que não integrou a sociedade ao Estado, traz a guerra como prioridade e lhe desnuda (nudaveris) o direito a saúde pública, a uma medicação gratuíta e neste momento nenhum incentivo para os jovens ingressar em uma Universidade. "A obsessão pelo acúmulo de riqueza, o culto da privatização e do setor
privado, a crescente desigualdade entre ricos e pobres [...]" (Judt) é o resultado do capitalismo, da transferência dos bens naturais que pertence a sociedade para uma mão única, é a ausência do scrupulus. No momento em que se transfere as nossas atribuições ou transfere-se o que é nosso para a iniciativa privada, perde-se civilidade perante a "coisa" pública e deixa-se para trás o aprendizado na tomada de decisões. O nosso patriotismo acaba, acaba o interesse pelas "coisas" do Estado. Tony Judt em seu livro "O Mal ronda a Terra" vai mais longe quanto fala dos cuidados com a água, com a educação, assim como Marx e seus antecessores que se preocupam com o meio ambiente. Ele é nosso e nos diz respeito e não se pode tirar o direito de ir e vir, assegurado na Constituição. Privatizar é sinônimo de entregar e leiloar o que nos pertence. As riquezas minerais, devem ser fiscalizadas, assim todo minério extraído e avaliado deve pagar imposto para o Estado e isto gera receita, eleva o PIB. Em síntese está evidente de como deve agir os meios oficiais: há de haver sempre ouro e prata necessário, pelos quais o comércio depende da frequência das transações e valor por eles pagos. Um processo circulatório sem preço e uma moeda sem valor depende logo ali da alícota de massa formada pelo mercado de troca, porque uma parte da alícota do montante de metais e minerais extraído de uma nação pertence a esta. Aristóteles fala em crematística, no que diz respeito as riquezas e as explorações. Respeita-se, logo, tudo que diz respeito a um Estado. Cabe lembrar que a Alemanha sempre teve muito ouro e na época em que Marx escreve "O capital", a população está empoprecida e impera a ingovernabilidade. Hoje o que mais prezam são as reservas e poucos sabem onde estão. Privatizar nunca, mas dar valor ao funcionário de carreira, àquele que quer ser valorizado dentro da empresa. Sindicatos, uni-vos, organizados!
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola: Émile Zola, nasce em 1840 em Paris e morre em 1902 por um escapamento de gás, quando dormia, também em Paris. Era odiado pela sociedade de...
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
MEXENDO COM LIVROS: RPGs OU MARINHA RUSSA X PIRATAS SOMÁLIOS?
MEXENDO COM LIVROS: RPGs OU MARINHA RUSSA X PIRATAS SOMÁLIOS?: RPGs? No início até parece, mas esta é a resposta prometida pelos russos: deixa os "extraterrestres conosco", nós vamos estar lá...
RPGs OU MARINHA RUSSA X PIRATAS SOMÁLIOS?
RPGs? No início até parece, mas esta é a resposta prometida pelos russos: deixa os "extraterrestres conosco", nós vamos estar lá. Os somálios não estão sozinhos nesta guerra de piratas. Usam armas de guerra de última geração. Quem os sustentam com armamento de guerra? Os islâmicos radicais, nunca estão satisfeitos e não querem entregar o petróleo. O maldito petróleo que circula pelo golfo de Áden, polui o Mar Vermelho, o Canal de Suez, o Mar Mediterrâneo, Estreito Gibraltar e também faz estragos na Somália. Neste pequeno país, com uma costa de mar de dar inveja, agora virou maldição, porque ele também tem petróleo. Ninguém sabe quanto petróleo tem por lá, mas a cobiça é grande. O país praticamente está dividido em três: àqueles que já proclamaram a sua república, os do Norte que são os piratas que trabalham para grupos desconhecidos e os do Sul, subjugados pelos islâmicos numa guerra civil que já dura vinte anos... Escrito e publicado em maio/2012.
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
MEXENDO COM LIVROS: ARENA DO GRÊMIO E O VELHO DO RESTELO
MEXENDO COM LIVROS: ARENA DO GRÊMIO E O VELHO DO RESTELO: A PRESIDENTE DILMA NÃO É GREMISTA No programa Brasil Sem Miséria, Dilma cobrou o empenho dos governadores e prefeitos para ajudar a ac...
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
MEXENDO COM LIVROS: CAÇANDO - Manicômio e multas que convertam em prot...
MEXENDO COM LIVROS: CAÇANDO - Manicômio e multas que convertam em prot...: Safári na África tem outro nome, assassinos doentes. Revisão urgente no direito de viver dos animais sem ser importunados por doentes ment...
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