
"Memória ...Através delas daremos livros, livros a-mão-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana". Darcy Ribeiro
domingo, 21 de agosto de 2016
terça-feira, 16 de agosto de 2016
domingo, 14 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
AÇORES a origem - ADROALDO CARDOSO DUARTE
O autor nasceu em 11.08.1940, em Torres, no estado do RS, economista, professor de Contabilidade Bancária e cadeira de Moedas e Bancos. Aposentado pelo Banco do Estado do RS como Gerente. Escreveu crônicas para jornal de Torres e pesquisador das raízes familiar em andanças exaustivas, porém compensatórias. Nasce o primeiro livro publicado em 2015, com o título 'AÇORES a origem'. A narrativa parte do fato real, da pesquisa, como já citei, numa genealogia familiar, numa aventura de quase três séculos de história: "[...]Vieram da Alemanha, os dois da mesma idade, com 15 anos cada um. Joseph em 1825 com seu pai Peter Bauer e a mãe Magdalena[...] (p.47). O emprego da ficção: "[...]Uma semana depois Manoel mata o bicho, tira-lhe couro que depois de seco servirá para fazer apetrechos para o carro de bois, tais como brochas, tamueiro e ajoujo. Outro bicho que fornece couro também[...] (p. 52). Nos dois momentos citados acima, observa-se o recurso usado pelo autor para entrelaçar a narrativa do fato real a ficção: '1825' como fato histórico e o 'bicho', empregado de forma intuitiva, verossímil. Aqui fica a minha sugestão sobre o livro do Genebra, pseudônimo empregado no livro.Marcador: AÇORES a origem - ADROALDO CARDOSO DUARTE
sábado, 23 de julho de 2016
MINHA CAIXA DE EMAIL - DIGG (foto)
terça-feira, 12 de julho de 2016
MEXENDO COM LIVROS: EDUARDO GALEANO E O CAPITALISMO
MEXENDO COM LIVROS: EDUARDO GALEANO E O CAPITALISMO: Na oitava edição de Veias abertas da América Latina, traduzido por Sérgio Faraco, pode-se ler o estrago feito pelo capitalismo, narrado de...
sábado, 9 de julho de 2016
EDUARDO GALEANO E O CAPITALISMO
Na oitava edição de Veias abertas da América Latina, traduzido por Sérgio Faraco, pode-se ler o estrago feito pelo capitalismo, narrado dentro da história, por Eduardo Galeano. Quem costuma fazer críticas negativas a Karl Marx, na filosofia do capital, não sabe que o pensador se debruçou em pesquisas exaustivas, iniciadas na antiga Grécia. O poeta Teógnis de Megara (VI a.C) escreve para a classe dos escravistas que surgem na época:
"Coloca o duro pé sobre o peito do ignaro vulgo,
Com as brônzeas esporas, faça-o curvar-se sob o jugo!
Não há, sob sob o sol que tudo aclara no vazio mundo, um povo
Que livremente tolere as rijas rédeas dos senhores."
Segundo Engels, aqui entra a pesquisa do filósofo, inciada com Marx, lá nos gregos: "Sem a escravidão não teria havido o estado grego, nem a arte, e ciências gregas; sem a escravidão, tão pouco teria existido Roma".
Começa, na Grécia a organização política, com a divisão do trabalho em agricultura, artes ou ainda divisão entre o campo e a cidade.
Galeano, faz uma pesquisa completa da exploração das riquezas levadas dos Andes, pelos espanhóis, para pagar dívidas de um reinado falido, e o povo em mendicância. "Os capitalistas espanhóis se transformaram em financistas, através da compra de títulos da dívida da Coroa, e não investiam seus capitais no desenvolvimento industrial. O excedente econômico vertia para os canais improdutivos: os velhos ricos, senhores da faca e do queijo, donos das terras e de títulos de nobreza, levantavam palácios e acumulavam jóias; os novos ricos, especuladores e mercadores, compravam terras e títulos de nobreza. Tanto estes quanto aqueles não pagavam impostos e não podiam ser presos por dívidas [...]" (p.45) Cita Marx, extraído do volume I, O Capital: "O descobrimento das jazidas de ouro e prata da América, cruzada de extermínio, escravização e sepultamento das minas da população aborígene, o começo da conquista e o saque das Indias Orientais, a conversão do continente africano em campo de caça dos escravos negros: são todos fatos que assinalvam a alvorada da era da produção capitalista. Esses processos 'idílicos' representam outros tantos fatores fundamentais no movimento de acumulação originária". (p.46)
A Grécia antiga, com o poeta de Megara, Marx e Galeano com a história contada sobre os exploradores na Idade Média, se completam. Galeano mostra a corrida dos espanhóis, em busca das riquezas da América, para saldar dívidas do Império. Toda a fortuna arrecada, é aprisionada, através de compras de terras, e tudo que podia ser adquirido sem que o capital gire, numa acumulação primitiva, um século depois dos descobrimentos, aumenta a miséria. Tanto a nobreza, ricos e os novos ricos, não pagam impostos. Marx, escreve sobre o amanhecer da era capitalista, que se inicia com a escravidão negra, explorados nas colônias. A expressão usada quando escreve O capital, o mesmo que Galeano repete mais tarde, quando se refere ao processo de acumulação primitiva para forma de aprisionar riquezas, principalmente o ouro tão citado pelo filósofo que impulsiona a acumulação capitalista no século XVIII com a mão de obra barata, a acumulação originária. As empresas crescem e assim a Inglaterra fica conhecida, nessa época, como a oficina do mundo, com recorde de produção de algodão e tecelagem, graças a exploração dos obreiros que recebem o equivalente a compra da metade de um pão. Vivemos na contemporaneidade com os mesmos problemas, envolvendo o capitalismo: os muito ricos, sustentados pelos pobres, a miséria que ronda pelo aprisionamento do capital e o dinheiro, que não gira; os ricos não pagavam impostos e não são presos por dívidas, num contexto só nosso. Temos ainda a fuga do capital explorado aqui que se transforma em poupanças (TRUST), fora de nossas fronteiras. Tanto o capitalista que compra bens permanentes ou a corrupção instaurada, que faz o mesmo papel, tornando-se poupadores, só aumenta o desemprego e aumenta o índice de pobreza.
domingo, 26 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
TOMADAS DE DECISÕES: “Quem não toma decisões, acaba adoecendo. ” Dr.Dráuzio. Não sou filiada a partido político nenhum, mas faço minhas apostas nesse e naquele político e também jamais seria uma neoliberal, haja vista os países que apostaram nessa "porqueiria" já tiraram as suas conclusões. "Nunca parei para entender que existe o medo de tomar decisões. Estamos tão preocupados com o resultado final, que esquecemos que o mais importante é o processo." Abandonado o processo, não podemos esperar que haja bons resultados, assim descruzando os braços, saindo de cima do muro, sem medo de julgamentos, com o direito a erros e acertos, podemos avistar o produto final. Podemos gritar bem alto, eu estava errado, um direito de todo cidadão, fazer a retomada de pensamento. O julgamento, pouco importa, o que importa é o meu direito, como pessoa.
Altamiro Borges: Conspiração e golpismo do STF e da PGR: Por Aldo Fornazieri, no Jornal GGN : Numa democracia séria, a cúpula do PMDB, incluindo Temer, Eduardo Cunha, Sarney, Romero Jucá, junto co...
domingo, 22 de maio de 2016
MEXENDO COM LIVROS: MINHA AVÓ INÁCIA E OS LADINOS
MEXENDO COM LIVROS: MINHA AVÓ INÁCIA E OS LADINOS: Nós crescemos ouvindo os falares que começavam a ser estranhos aos nossos ouvidos e assim ríamos com as caipiradas dos mais velhos quand...
terça-feira, 26 de abril de 2016
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola: Émile Zola, nasce em 1840 em Paris e morre em 1902 por um escapamento de gás, quando dormia, também em Paris. Era odiado pela sociedade de...
sexta-feira, 8 de abril de 2016
sábado, 12 de março de 2016
MEXENDO COM LIVROS: EL CAPITAL - Karl Marx
MEXENDO COM LIVROS: EL CAPITAL - Karl Marx: No volume I, no prólogo, aparece a data de 1859 como sendo o ano que ele publicou Contribuición a la crítica de la economia política....
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS AO ESTADO
MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADO: Aprendi com meu pai sobre o aparelhamento dos terneiros que cresciam, para que ficassem na mesma altura para caber no cabeçalho. Era um ...
O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADOS
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