domingo, 22 de maio de 2016

terça-feira, 26 de abril de 2016

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS AO ESTADO

MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADO:   Aprendi com meu pai sobre o aparelhamento dos terneiros que cresciam, para que ficassem na mesma altura para caber no cabeçalho. Era um ...

O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADOS

 Aprendi com meu pai sobre o aparelhamento dos terneiros que cresciam, para que ficassem na mesma altura para caber no cabeçalho. Era um aprendizado, porque das terras altas do morro desciam num carro de boi, cachos de bananas que eram colocados na beira da estrada para ser comercializados, em Morro Azul, o quarto distrito de Torres/RS.  Meu pai também falava no aparelhamento do Estado, da política e hoje me lembrei dele, nesta batalha de ódios que se instalou no país, com um destino ainda nada definido. Hoje, com um golpe de estado à vista podemos concluir que Exército, Marinha e Aeronáutica precisam se aparelhar com o Executivo para permitir a governabilidade. O que não permite que o país dê um passo a frente é o Poder Legislativo, que em momento algum dá condições de projetos que viabilize o crescimento num todo. Lamenta-se que o Judiciário também está atrelado a um tipo de ditadura. Os escândalos por que passa o país são repetidos diariamente nos telejornais e a sociedade incrédula, se divide em prós e contra ao governo. 

domingo, 31 de janeiro de 2016

DELFIM NETTO - "Todos somos cínicos".

Foto de Tuca Teles."Delfim Netto não acredita que um "mau Governo" seja motivo para a troca de presidentes antes da eleição. Tampouco, que o impeachment é a solução para a retomada do crescimento do país, mas, independentemente de quem esteja no poder, a presidenta Dilma Rousseff ou seu vice Michel Temer, o desafio será o mesmo: destravar o impasse político no Congresso."

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

FORA DE CONTEXTO - Ecos de Jacque Derrida

                    DESCONSTRUÇÃO E ÉTICA
     "[...] o direito, como instância decisória suprema, tem de decidir com base no texto da lei. O juiz não pode denegar a justiça alegando insuficiência da lei, nem pode decidir sem fundamentar juridicamente sua sentença. Nesse momento, aparece a responsabilidade extrema do pensamento crítico no direito: devemos interpretar e decidir mesmo na ausência do autor do texto, do destinatário e do próprio contexto. Mas uma determinada interpretação sempre tende a se impor sobre as demais, visto que a linguagem jurídica, como toda a linguagem, é opressora, busca o sentido correto, tende a congelar uma interpretação específica em detrimento de todas as outras possíveis, em nome da verdade, do sentido autêntico, da segurança jurídica. Como é possível sair da linguagem, e todo ato de interpretação é repressor, então não há como esperar por um direito justo. Assim, a verdadeira postura ética diante do direito está em decidir não decidir, ou seja, decidir continuar ajuizando, produzindo juízos sem cessar. O homem decidido entra na lei e pode tornar-se um monstro. A extrema responsabilidade é, portanto, não decidir, assumir a responsabilidade única de cada escolha, tomar posições mantendo sempre aberta a possibilidade de novas interpretações.
     [...] Como afirma Derrida, a justiça precisa do direito, da força de lei, da lei enforced, da law enforcebility. Isso porque ao mesmo tempo em que o direto se descontrói - como tudo construído pelo homem se destrói - e deve mesmo ser deliberadamente desconstruído, a justiça só pode ser pensada nesse intervalo entre a desconstrução (que é justiça) e o direito (que é o cálculo). É justo que haja lei, e não podemos escapar dela.
    [...] Essa leitura me leva a pensar que pensamento jurídico-político-brasileiro atual, pode ser desenvolvido no campo da interpretação jurisprudencial, ou seja, nas margens do poder decisório conferido aos juízes e tribunais. Esse espaço da decisão jurídica, da interpretação do texto legal defendida nos tribunais, corresponde a uma margem  de liberdade positiva para que o direito incremente sua relação com a democracia e com a justiça social."
   Obs. Pode-se ressaltar que o direito positivo brasileiro repassado do romano para o francês, cabe ao Judiciário a tarefa da interpretar as leis  e aplicá-las  de modo fiel.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

EU ACUSO...! E O PROCESSO DO CAPITÃO DEYFRUS - Émile Zola/Rui Barbosa

CapaÉmile Zola, nasce em 1840 em Paris e morre em 1902 por um escapamento de gás, quando dormia, também em Paris. Era odiado pela sociedade de direita, mas não ficou comprovado o assassinato vinculado ao acidente na época. Agitou a sociedade parisiense depois de escrever J'accuse (Eu acuso) em 1898 pedindo a absolvição no "Caso Dreyfus" e publicado no Jornal L'aurore com o título de: LETRE AO PRESIDENT DE LA REPUBLIQUE. O  capitão, Dreyfus, do exército  fora condenado por um crime que não havia cometido e que envolvia poderosos do exército da França e fora dela. Três anos antes da condenação, Rui Barbosa escreve um artigo na Inglaterra  se referindo a acusação de Dreyfus três anos antes de Zola que se pode ler em um pequeno livro Émile Zola,  Perante a inteligência do grande jurista há quem diga que foi ele quem absolveu o capitão. O artigo escrito por Rui foi lido no Brasil e publicado em Buenos Aires e não se tem prova de que tenha chegado até Paris.  Rui enviou lições ao nosso Judiciário: "Como quer que seja, na Inglaterra a forma inquisitória dada em França a esse julgamento seria hoje impossível. O Times, a tradição  viva deste país, exprimiu o sentimento inglês sobre o assunto num artigo memorável. Não sei resistir ao prazer de transcrever-lhe os trechos capitais. Fá-lo-ei, porque, além de tudo, nenhum país necessita mais de lições como esta do que o Brasil destes dias."  . Perante a inteligência do grande jurista há quem diga que foi ele quem absolveu o capitão. O artigo escrito por Rui foi lido no Brasil e publicado em Buenos Aires e não se tem prova de que tenha chegado até Paris.   e a ganância pelo poder.

MEXENDO COM LIVROS: O OURO COMO REGULADOR DO MERCADO

MEXENDO COM LIVROS: O OURO COMO REGULADOR DO MERCADO: " O ocidente pode consumir quantos esforços e recursos deseje para engordar artificialmente o poder de compra do dólar, baixar os pre...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

RIO CITARUM - Rio morto

No arquipélago indonésio, com um amontoados de ilhas se destaca, Java onde fica a capital Jacarta. No monte Wayang, na mesma ilha nasce o rio Citarum que por mais de 500 anos a.C. fornecia água para os habitantes da ilha. Ele precorre uma distância de 300 quilômetros e serviu a população até o século passado, com abundância de peixes e um recurso hídrico de grande importância na região que percorria, sustentando a agricultura. Hoje ele é batizado como o rio mais poluído do mundo: com a explosão asiática, ninguém ficou de fora, nem as ilhas paradisíacas, assim a ilha não foi poupada das indústrias e fábricas que se instalaram no decorrer do século XX. O rio serviu de despejo dos grandes capitalistas, e a importância do rio foi deixada de lado, o povo usado na mão de obra barata, nenhum tratamento para sanear os males que vinham fazendo ao rio e a população. De costas voltadas para o sofrimento humano, com a saúde em risco, só resta catar lixo para matar a fome. Aproximadamente 500 fábricas se utilizaram da região para se estabelecer. O rio serviu de despejo de detritos ameaçando qualquer ser vivo que por ali passe. 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

RIO CITARUM - O MAIS POLUÍDO DO MUNDO

POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
No arquipélago indonésio, com um amontoados de ilhas se destaca, Java onde fica a capital Jacarta. No monte Wayang, na mesma ilha nasce o rio Citarum que por mais de 500 anos a.C. fornecia água para os habitantes da ilha. Ele precorre uma distância de 300 quilômetros e serviu a população até o século passado, com abundância de peixes e um recurso hídrico de grande importância na região que percorria, sustentando a agricultura. Hoje ele é batizado como o rio mais poluído do mundo: com a explosão asiática, ninguém ficou de fora, nem as ilhas paradisíacas, assim a ilha não foi poupada das indústrias e fábricas que se instalaram no decorrer do século XX. O rio serviu de despejo dos grandes capitalistas, e a importância do rio foi deixada de lado, o povo usado na mão de obra barata, nenhum tratamento para sanear os males que vinham fazendo ao rio e a população. De costas voltadas para o sofrimento humano, com a saúde em risco, só resta catar lixo para matar a fome. Aproximadamente 500 fábricas se utilizaram da região para se estabelecer. O rio serviu de despejo de detritos ameaçando qualquer ser vivo que por ali passe. 


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

MEXENDO COM LIVROS: NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOP...

MEXENDO COM LIVROS: NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOP...: Sempre lembro Esopo  quando me deparo com situações em que posso encaixar alguma fala dos animais, em uma situação presente. Foi um fabul...

NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOPO)

Sempre lembro Esopo quando me deparo com situações em que posso encaixar alguma fala dos animais, em uma situação presente. Foi um fabulista e contador de histórias  que viveu por volta do século VI a.C. na Grécia e são atribuídas a ele longas viagens por vários lugares longe da dali, o que pode ter contribuído para ser um contador de fábulas. Criou fábulas envolvendo animais com fala de pessoas e de cunho moral. São as conhecidas fábulas de Esopo. Nada prova a sua existência e nenhum manuscrito foi encontrado, somente três séculos depois os contos que foram passando de geração em geração de forma oral numa tradição, foram escritos. 
 O  filósofo Demétrio de Falero, em torno do ano de 325 a.C. governador da Grécia e grande orador, foi quem  coletou as fábulas que vinham de séculos passados: as fábulas de Esopo. Entre as fábulas a mais conhecida é da Lobo e do cordeiro. Para se alimentar o lobo investe sobre o pequeno cordeiro, argumentando ser importunado pela água que o cordeiro turvava, quando bebia. Nenhum argumento serviu para o lobo, como por exemplo: "_ Eu bebo abaixo, enquanto o senhor bebe acima de mim".  Pode-se concluir que para o lobo não importava o animal, mas a ocasião, e na falta  do pai do cordeiro ou do irmão, ele servia como jantar. Não podemos jantar o Cunha, jantamos o Aécio

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?

MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?: "ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual. Ficha técnica: Produção: Giba Assis Brasil, Mônica S...

POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?

"ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual.
Ficha técnica:
Produção: Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt, Nôra Gulart 
Fotografia: Roberto Henkin, Sérgio Amon 
Roteiro: Jorge Furtado 
Edição: Giba Assis Brasil 
Direção de Arte: Fiapo Barth 
Trilha original: Geraldo Flach 
Empresa(s) produtora(s): Casa de Cinema de Porto Alegre 
Narração: Paulo José 
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo em 1991
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990
Educação e Pedagogia:
Disciplinas/Temas transversais: 
Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia 
Faixa Etária: Todas as idades 
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Superior, Educação de Jovens e Adultos 
Na Educação Básica:
Roda de conversa abordando o meio ambiente, reciclagem, destino do lixo, saúde, alimentação saudável, hábitos de higiene, consumo exagerado, ser humano, preconceito, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo, entre outros.
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