"Memória ...Através delas daremos livros, livros a-mão-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana". Darcy Ribeiro
domingo, 26 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
TOMADAS DE DECISÕES: “Quem não toma decisões, acaba adoecendo. ” Dr.Dráuzio. Não sou filiada a partido político nenhum, mas faço minhas apostas nesse e naquele político e também jamais seria uma neoliberal, haja vista os países que apostaram nessa "porqueiria" já tiraram as suas conclusões. "Nunca parei para entender que existe o medo de tomar decisões. Estamos tão preocupados com o resultado final, que esquecemos que o mais importante é o processo." Abandonado o processo, não podemos esperar que haja bons resultados, assim descruzando os braços, saindo de cima do muro, sem medo de julgamentos, com o direito a erros e acertos, podemos avistar o produto final. Podemos gritar bem alto, eu estava errado, um direito de todo cidadão, fazer a retomada de pensamento. O julgamento, pouco importa, o que importa é o meu direito, como pessoa.
Altamiro Borges: Conspiração e golpismo do STF e da PGR: Por Aldo Fornazieri, no Jornal GGN : Numa democracia séria, a cúpula do PMDB, incluindo Temer, Eduardo Cunha, Sarney, Romero Jucá, junto co...
domingo, 22 de maio de 2016
MEXENDO COM LIVROS: MINHA AVÓ INÁCIA E OS LADINOS
MEXENDO COM LIVROS: MINHA AVÓ INÁCIA E OS LADINOS: Nós crescemos ouvindo os falares que começavam a ser estranhos aos nossos ouvidos e assim ríamos com as caipiradas dos mais velhos quand...
terça-feira, 26 de abril de 2016
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola
MEXENDO COM LIVROS: GERMINAL - Émile Zola: Émile Zola, nasce em 1840 em Paris e morre em 1902 por um escapamento de gás, quando dormia, também em Paris. Era odiado pela sociedade de...
sexta-feira, 8 de abril de 2016
sábado, 12 de março de 2016
MEXENDO COM LIVROS: EL CAPITAL - Karl Marx
MEXENDO COM LIVROS: EL CAPITAL - Karl Marx: No volume I, no prólogo, aparece a data de 1859 como sendo o ano que ele publicou Contribuición a la crítica de la economia política....
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS AO ESTADO
MEXENDO COM LIVROS: O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADO: Aprendi com meu pai sobre o aparelhamento dos terneiros que cresciam, para que ficassem na mesma altura para caber no cabeçalho. Era um ...
O APARELHAMENTO DOS BOIS E DOS ESTADOS
domingo, 31 de janeiro de 2016
DELFIM NETTO - "Todos somos cínicos".
"Delfim Netto não acredita que um "mau Governo" seja motivo para a troca de presidentes antes da eleição. Tampouco, que o impeachment é a solução para a retomada do crescimento do país, mas, independentemente de quem esteja no poder, a presidenta Dilma Rousseff ou seu vice Michel Temer, o desafio será o mesmo: destravar o impasse político no Congresso."sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
FORA DE CONTEXTO - Ecos de Jacque Derrida
DESCONSTRUÇÃO E ÉTICA
"[...] o direito, como instância decisória suprema, tem de decidir com base no texto da lei. O juiz não pode denegar a justiça alegando insuficiência da lei, nem pode decidir sem fundamentar juridicamente sua sentença. Nesse momento, aparece a responsabilidade extrema do pensamento crítico no direito: devemos interpretar e decidir mesmo na ausência do autor do texto, do destinatário e do próprio contexto. Mas uma determinada interpretação sempre tende a se impor sobre as demais, visto que a linguagem jurídica, como toda a linguagem, é opressora, busca o sentido correto, tende a congelar uma interpretação específica em detrimento de todas as outras possíveis, em nome da verdade, do sentido autêntico, da segurança jurídica. Como é possível sair da linguagem, e todo ato de interpretação é repressor, então não há como esperar por um direito justo. Assim, a verdadeira postura ética diante do direito está em decidir não decidir, ou seja, decidir continuar ajuizando, produzindo juízos sem cessar. O homem decidido entra na lei e pode tornar-se um monstro. A extrema responsabilidade é, portanto, não decidir, assumir a responsabilidade única de cada escolha, tomar posições mantendo sempre aberta a possibilidade de novas interpretações.
[...] Como afirma Derrida, a justiça precisa do direito, da força de lei, da lei enforced, da law enforcebility. Isso porque ao mesmo tempo em que o direto se descontrói - como tudo construído pelo homem se destrói - e deve mesmo ser deliberadamente desconstruído, a justiça só pode ser pensada nesse intervalo entre a desconstrução (que é justiça) e o direito (que é o cálculo). É justo que haja lei, e não podemos escapar dela.
[...] Essa leitura me leva a pensar que pensamento jurídico-político-brasileiro atual, pode ser desenvolvido no campo da interpretação jurisprudencial, ou seja, nas margens do poder decisório conferido aos juízes e tribunais. Esse espaço da decisão jurídica, da interpretação do texto legal defendida nos tribunais, corresponde a uma margem de liberdade positiva para que o direito incremente sua relação com a democracia e com a justiça social."
Obs. Pode-se ressaltar que o direito positivo brasileiro repassado do romano para o francês, cabe ao Judiciário a tarefa da interpretar as leis e aplicá-las de modo fiel.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
EU ACUSO...! E O PROCESSO DO CAPITÃO DEYFRUS - Émile Zola/Rui Barbosa
MEXENDO COM LIVROS: O OURO COMO REGULADOR DO MERCADO
MEXENDO COM LIVROS: O OURO COMO REGULADOR DO MERCADO: " O ocidente pode consumir quantos esforços e recursos deseje para engordar artificialmente o poder de compra do dólar, baixar os pre...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
RIO CITARUM - Rio morto
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
RIO CITARUM - O MAIS POLUÍDO DO MUNDO
POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
No arquipélago indonésio, com um amontoados de ilhas se destaca, Java onde fica a capital Jacarta. No monte Wayang, na mesma ilha nasce o rio Citarum que por mais de 500 anos a.C. fornecia água para os habitantes da ilha. Ele precorre uma distância de 300 quilômetros e serviu a população até o século passado, com abundância de peixes e um recurso hídrico de grande importância na região que percorria, sustentando a agricultura. Hoje ele é batizado como o rio mais poluído do mundo: com a explosão asiática, ninguém ficou de fora, nem as ilhas paradisíacas, assim a ilha não foi poupada das indústrias e fábricas que se instalaram no decorrer do século XX. O rio serviu de despejo dos grandes capitalistas, e a importância do rio foi deixada de lado, o povo usado na mão de obra barata, nenhum tratamento para sanear os males que vinham fazendo ao rio e a população. De costas voltadas para o sofrimento humano, com a saúde em risco, só resta catar lixo para matar a fome. Aproximadamente 500 fábricas se utilizaram da região para se estabelecer. O rio serviu de despejo de detritos ameaçando qualquer ser vivo que por ali passe.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
MEXENDO COM LIVROS: NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOP...
MEXENDO COM LIVROS: NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOP...: Sempre lembro Esopo quando me deparo com situações em que posso encaixar alguma fala dos animais, em uma situação presente. Foi um fabul...
NÃO PODEMOS JANTAR O CUNHA, JANTAMOS O AÉCIO (ESOPO)
Sempre lembro Esopo quando me deparo com situações em que posso encaixar alguma fala dos animais, em uma situação presente. Foi um fabulista e contador de histórias que viveu por volta do século VI a.C. na Grécia e são atribuídas a ele longas viagens por vários lugares longe da dali, o que pode ter contribuído para ser um contador de fábulas. Criou fábulas envolvendo animais com fala de pessoas e de cunho moral. São as conhecidas fábulas de Esopo. Nada prova a sua existência e nenhum manuscrito foi encontrado, somente três séculos depois os contos que foram passando de geração em geração de forma oral numa tradição, foram escritos.
O filósofo Demétrio de Falero, em torno do ano de 325 a.C. governador da Grécia e grande orador, foi quem coletou as fábulas que vinham de séculos passados: as fábulas de Esopo. Entre as fábulas a mais conhecida é da Lobo e do cordeiro. Para se alimentar o lobo investe sobre o pequeno cordeiro, argumentando ser importunado pela água que o cordeiro turvava, quando bebia. Nenhum argumento serviu para o lobo, como por exemplo: "_ Eu bebo abaixo, enquanto o senhor bebe acima de mim". Pode-se concluir que para o lobo não importava o animal, mas a ocasião, e na falta do pai do cordeiro ou do irmão, ele servia como jantar. Não podemos jantar o Cunha, jantamos o Aécio
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
MEXENDO COM LIVROS: POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?: "ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual. Ficha técnica: Produção: Giba Assis Brasil, Mônica S...
POR QUE O CAPITALISMO NÃO DEU CERTO?
"ILHA DAS FLORES"- produzido em 1989, o curta tem uma temática muito atual.
Ficha técnica:
Produção: Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt, Nôra Gulart
Fotografia: Roberto Henkin, Sérgio Amon
Roteiro: Jorge Furtado
Edição: Giba Assis Brasil
Direção de Arte: Fiapo Barth
Trilha original: Geraldo Flach
Empresa(s) produtora(s): Casa de Cinema de Porto Alegre
Narração: Paulo José
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo em 1991
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990
Educação e Pedagogia:
Disciplinas/Temas transversais:
Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Superior, Educação de Jovens e Adultos
Na Educação Básica:
Roda de conversa abordando o meio ambiente, reciclagem, destino do lixo, saúde, alimentação saudável, hábitos de higiene, consumo exagerado, ser humano, preconceito, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo, entre outros.
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Ficha técnica:
Produção: Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt, Nôra Gulart
Fotografia: Roberto Henkin, Sérgio Amon
Roteiro: Jorge Furtado
Edição: Giba Assis Brasil
Direção de Arte: Fiapo Barth
Trilha original: Geraldo Flach
Empresa(s) produtora(s): Casa de Cinema de Porto Alegre
Narração: Paulo José
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo em 1991
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990
Educação e Pedagogia:
Disciplinas/Temas transversais:
Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Superior, Educação de Jovens e Adultos
Na Educação Básica:
Roda de conversa abordando o meio ambiente, reciclagem, destino do lixo, saúde, alimentação saudável, hábitos de higiene, consumo exagerado, ser humano, preconceito, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo, entre outros.
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