domingo, 29 de janeiro de 2012

PIRATAS DA SOMÁLIA SÃO AGORA EXTRATERRESTRES

Assunto relacionado:          Extraterrestres no Golfo de Áden
Marcadores: Wikileaks
                           

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

UM ACONTECIMENO NA VIDA DO PINTOR-VIAJANTE - César Aira

        César Aira, escritor argentino de muitas obras, escreve a novela na 3ª pessoa, portanto um narrador observador, impessoal, realista e objetivo: "Por acaso "os pampas" eram mais planos do que estas panícies que estavam atravessando?"
      Convida o leitor para um flashbaack, ou seja um retorno no tempo da narração com o emprego do verbo na 1ª pessoa do plural (precisamos): "A esta altura, precisamos voltar um pouco atrás para termos uma idéia mais clara do trabalho que o jovem artista iniciava."
       Seus personagens são históricos como Johan Moritz Rugendas, alemão  que veio para América pintar a natureza. Características do naturalismo pode-se observar no decorrer na narrativa.
      Na hereditariedade, faz uma árvore genealógica da família Rugendas: "Seu bisavô, Georg Philip Rugendas (1666-1742) foi o iniciador da dinastia de pintores. Assim o fez porque na juventude perdeu a mão direita."        
       Na natureza, o pintor trava uma luta com  estas  forças: "Por entre as montanhas, rodavam faíscas brancas do tamanho de casas e os raios eram como tacos de um bilhar meteórico."
       Ele é cintificista/naturalista,  tinha a mesma idade de Darwin e a exploração cintífica feita à campo se estendia no velho e novo mundo e o cientista estudava a origem das espécies, também pela América e em um diário escreveu Viagem de um naturalista ao redor do mundo (1839). Disse Darwin: esta viagem "determinou toda a minha carreira" e partindo do Brasil em 1832 depois de percorrer quase toda costa exclama: "Dou graças à deus e espero nunca mais visitar um país de escravos..." e a referência a  "Alexandre Humboldt (1769-1859) foi um cientista totalizador, talvez o último deles.Humboldt além de várias especializações, também  foi      um    explorador.
      Na  filosófia, Nietzsche com a mais alta expressão de afirmação de vida, de dor e alegria e superação do homem (super-homem): "Só faltava a concepção de uma consciência que fosse não apenas consciência em si, mas também de todas as coisas do universo."  
     Esta narrativa, este viver entre as montanhas, lembra-me um grande livro de um naturalista americano e filósofo que assim escreveu: "Fui para a mata porque queria viver deliberadamente, enfrentar apenas os fatos essenciais da vida e ver se não poderia aprender o que ela tinha a ensinar, em vez de, vindo a morrer, descobrir que não tinha vivido." (Walden ou A vida nos bosques de Thoreau). 
      Utópico, seria inviável percorrer os Andes em cavalos e mulas mesmo depois de um grande acidente que o imobilizou: "O segundo raio o fulminou menos de quinze minutos depois do primeiro."  Aponta também para a pintura feita ao longo do trajeto, com dificultades para enquadrar a montanha dentro do quadro: "Além disso, acertar com o desenho do Aconcágua não era tão fácil, como não era o de nenhuma montanha em particular." 
   Psicanalítico quando emprega substantantivo "mecanismo" significando o adjetivo automatismo, com predominância do subconsciente sobre o consciente ou ego profundo operando,  sem se afastar do alter ego  "como mais", não só este problema, mas muitos outros no decorrer da viagem e pintava freneticamente sem descansar "e operava a contigüidade como mais um mecanismo." 
     Em Arte de Escrever Schopenhauer, narra como era a pintura no "primeiro quarto deste século, no qual a arte era considerada meramente um meio e um instrumento de uma religiosidade e, com os únicos temas escolhidos eram os da igreja..." Rugendas mais tarde se dedica a pintar as batalhas que juntamente com a primeira citada por Schpenhauer entraram em decadência, "seguindo-se a ela o retorno à natureza que se manifesta em quadros de gênero e todos os tipos de cenas da vida, num tipo de pintura que por vezes se perde em obras vulgares."
      Ficcional  quando precisa usar os recursos estilísticos. A realidade mesmo em carta ele não enviava para a irmã: "Esta parte do epsódio foi ainda mais inexplicável que de todo o resto. Mas não podemos duvidar da realidade disso porque ficou documentado no epistolar do artista..." Ele insiste para o fato real, mesmo mostrando a dificuldade para explicação, portanto verossímel com provas documental, mas só aproximando-se da realidade, aparência de verdade.
       Ele passa do naturalismo para o surrealismo com descrições monstruosas e de loucura: "Todo o dano tinha se concentrado na cabeça...A dele não se parecia com nada. Tinha ficado como aquelas coisas que não se vêem nunca, com os órgãos de reprodução vistos por dentro..." ou "O emaranhado de relâmpagos nas núvens fazia e desfazia figuras de pesadelo." A dor e o defeito físico marcado pelo acidente não atrapalhou o pintor, mas o fez melhor. "Produzia uma cascata transitiva transparente em cada círculo e, a partir dela, recopunha-se o quadro, como arte...Por sua vez, nos detalhes, recuperava-se a sensação de estranheza, o que cem anos depois seria chamado de "surrealista", e que naquele tempo era a "fisionomia da natureza", o que quer dizer, o procedimento." O narrador emprega o sofrimento apenas como ilustração (sentido figurado) para mostrar a transição pela qual passava o pintor ou a arte em si, ora pintava com luminosidade e com traços leves, ora desenhava  (superação da dor igual superação na arte). "Rugendas, de sua parte, estava tão concentrado nos desenhos que não se dava conta de nada. Na meia-noite selvagem, drogado pelo desenho e pelo ópio, ele operava a contigüidade como mais um mecanismo. O procedimento seguia atuando por ele. De pé, às suas costas, oculto nas sombras, o fiel Krause estava atento."
      Na dicotomia destaco um pintor como sendo "afetado e desengonçado como adolescente" ou "eu sou um monstro?" e "O raciocínio era o seguinte: se dava o mesmo trabalho, em princípio, dizer a verdade e mentir, sem lacunas nem ambiguidades?"
        Psicológico, borda o pressentimento: "Não ouviam nada, a não ser o tênue pressentimento de um zumbido que deveria ser psíquico." 
           Objetivo: "Em poucos dias, já estavam no meio da cordilheira, mesmo descontando o tempo para pintar."
         Não deixe de ler o pintor-viajante, de um encantamento do começo ao fim. Viaja-se com o narrador, confira.
   

MONANGAMBÉ - Rui Mingas




                      "O café vai ser torrado,
                                pisado, torturado
                                     vai ficar negro,
                                            negro da cor do contratado."

                                                                                                             António Jacinto

       Em 1485 aportou em Angola, o português, Diogo Cão e lá encontrou tribos africanas de nome banto (os bantu). Somente em 1569 Paulo Dias Novais, também português, propôs a tomada de posse daquelas terras. Em 1574 foi criada a Capitania de Angola e em 1576 a primeira vila chamada Luanda. Eram de lá que os portugueses traziam os escravos para o Brasil. Foi criado em Angola um empório, local onde se fazia o comércio de escravos que pegados à força pelos portugueses eram colocados em porões dos navios. Muitos morriam na viagem de banzo, uma doença que se abatia no banto pela tristeza, pela fome e a saudade da vida primitiva que levava em suas terras. Os holandeses que ocupavam o nordeste brasileiro/Recife, foram em expedição buscar escravos em Angola para o trabalho escravo em Pernambuco. Com a expulsão dos holandeses e também expulsos de Angola, esta era administrada diretamente do Brasil mais precisamente da Bahia e Rio de Janeiro. Com independência do Brasil, Portugal assumiu a colônia diretamente. A partir de 1970 criou-se um movimento de luta armada para a independência, em Angola. Não foi fácil pela resistência dos portugueses e a guerrilha durou aproximadamente dez anos. Em 1979 assumiu o primeiro presidente nomeado, José Eduardo dos Santos. (Delta Larrousse, Volume I).
     Quando ainda colônia plantavam o café, milho, cacau, algodão que em forma de trabalho escravo carregavam os navios atracados no porto em direção a Europa. Pela escravidão que durou séculos os angolanos foram prejudicados de maneira geral. Ficaram muitos sem escolas e ainda hoje o sistema de saúde é um dos mais precários do mundo. Em 1999 foram registrados quase 700 casos de poliomelite com 41 mortes. Estas crianças não foram vacinadas ou receberam doses incompletas das vacinas. As condições de higiene são precárias, as condições sanitárias deficientes e água contaminada, ainda fruto das guerrilhas internas.
      A poesia de António Jacinto mostra como era o trabalho do escravo angolano. Plantava o café e não tinha água.  Angola pelas proximidades do deserto da Naníbia sofre com períodos de secas e escassez de alimentos e água. O dinheiro recebido só dava para comprar uva podre, peixe podre e pano ruim. Aqui são as vestes dos escravos comparadas com as dos senhores das fazendas. As capinas, os laranjais, a plantação de milho fazia o branco ficar barrigudo e possuidor de carros. A poesia tem como tema o trabalho escravo que mesmo depois da indepêndencia continua escravo. É uma situação criada por aqueles que prosperaram, mesmo sendo angolanos levam os mais fracos ao trabalho escravos ou mal pagos. A palavra Monangambé tem origem no povo banto com sotaque francês e sem uma tradução para o português. Em 1970 quando criou-se o movimento pró-independência, os bantos eram avisados que iria haver Monangambé, que significava chamamento ou reunião. Entre línguas e dialetos aprenderam o português e francês. Rui Mingas quando canta pronuncia  Monangambé (circunflexo), como no francês, aqui nos temos a palavra candomblé também de etnia do povo de Angola, pronunciada  com som (agudo), como no português. António Jacinto Amaral Martins, nasceu em Golungo Alto, em Angola, lutou pela independência e participou das frentes militares. Foi preso. Foi Ministro da Educação e Cultura em Angola e faleceu em 1991, em Portugal.

OBS: Na época da narrativa desta  pequena crônica  sobre a letra de Rui Mingas denominada Monangambé, em janeiro de 2012 não havia nenhum dado ainda na Internet sobre Angola e apenas consultei a Enciclopédia Delta Larrousse que neste momento não estou de posse para uma simples conferência de datas. A procura imensa sobre Angola e Rui Mingas, fez deste comentário um dos mais lidos entre os 353 escritos aqui neste blog. Parabéns a Wikipédia pela História da Guerra da Indepedência deste país, agora editada, um recurso a mais: "Em meados dos anos 1920 estava alcançado um domínio integral do território, muito embora houvesse ainda em 1941 um breve surto de "resistência primária", da parte da etnia Vakuval nota 3 . Embora lento, este esforço de ocupação não deixou, porém, de provocar novas dinâmicas sociais, económicas e políticas nota 4 . 
        Em Camões, podemos encontrar na obra poética "Os Lusíadas" as navegações e as resistências nas colônias portuguesas pelos habitantes da costa Africana, que como exilado lá permaneu por 17 anos, só voltando para Portugal em 1570. Assim começa a História da Independência de um povo, no momento em que se seu espaço é invadido e escravizado.  (31/05/14).




domingo, 15 de janeiro de 2012

EXTRATERRESTRES NO GOLFO DE ÁDEN

Fechou o ano, ano passado e muito se disse sobre Julian Assange, mas pouco se sabe. Não se sabe o quê? Tudo que se sabe que calaram o herói do Wikileaks. Que sabia ele sobre os extraterrestres ou coisa que o valha? Sobre estes últimos muito se diz, mas pouco se sabe.
     Sempre acompanhei as notícias dos piratas do Golfo de Áden (povo somálio). Não conseguia entender como que estes homens famintos e em pequenas lanchas conseguiam subir como lagartixas em navios com enormes paredões. Todos sabiam que naquelas águas havia um grande perigo, mas ninguém tomava nenhum precaução. Extranho! Contra eles foi armado um poderio bélico (marinha de guerra) num total de 27 poderosos países do mundo. Começou com os americanos com base Djbouti, que pediram socorro as grandes nações para combater o inimigo. Que inimigo é este que está fazendo tanto estrago no golfo? Pasmem, primeiro tudo acontece de maneira mentirosa para depois na hora do apuro vir à tona a verdade. Que verdade? Tremores constantes na região, a pesca está prejudicada. Prejudicada com o quê? Os peixes estão assustados? O céu parece outro. Nuvens estranhas e um tal "vórtice" aparece no céu em forma de espiral. Dizem que é misterioso e magnético. Dizem também que ele anda por outros céus: Noruega, Rússia e por aí vai. Vórtex ou vórtice se forma no ar com deslocamento em rotação e também na água. Colocando água num copo e mexendo-se rapidamente veremos a formação do vórtice. Diz-se também que é um aparelho chamado "Stargate" em forma de disco aparece e que ele pode se acoplar em outro num sitema solar diferente ou sistema estelar que dá no mesmo. Que sabem eles, para onde vai este aparelho? Seria este Stargate uma abertura no céu para o nosso mundo interdimensional (uma outra dimensão, Deus, ou mundo espiritual).  Pelo golfo passam anulamente 16.000 mil navios. A Rússia já disse que ela vai entrar no "combate" contra o "inimigo", vindo do céu. Inimigo invisível e difícil de combater, inimigo que está fazendo estragos. Coisas estranhas acontecem no golfo e coisas estranhas também acontecem fora do golfo. Pega-se os exemplos das tempestades de neve acontecida em alguns países e que que só a mais de 100 anos poderia se ter constatado nevasca igual. Estes fenômenos podem estar relacionado com as mudanças climáticas anunciadas e já iniciadas?
    Julian Assange deveria vir a público, mas foi impedido e teria informações sobre este misterioso caso paranormal e esta seria a causa da APB vir  à tona ou seria mais uma pulga encomodando os países ávidos pelo petróleo? Quem tiver coragem que faça um cruzeiro pelas águas do Golfo de Áden e não deixe de levar uma filmadora. Será bem protegido pela marinha de guerra de vários países. Boa viagem...
Assuntos relacionados veja em marcadores: Wikileaks

sábado, 7 de janeiro de 2012

EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRISTO - José Saramago

         O escitor publica o livro em 1991 pela Editora Companhia das Letras. A narrativa é uma irreverência a linguística portuguesa. Ofende a própria língua, ofende a pátria, angaria seguidores que sob título de um olhar moderno, desfacela a linguagem. Não respeita período, pontuação e o emprego da letra minúscula/maiúscula. Deixa a linguagem cansativa, extensa numa época em que tudo anda depressa e a línguagem está mais breve. Reinventa o falar português dizendo que eles irrompem ao falar ou não fazem pontuação. Discurso indireto, porém sem nenhuma critério, como nesse período: "Como está Jesus, perguntou o pai consciente da expressão um tanto ridícula duma pergunta formulada assim, mas incapaz de resistir ao orgulho de ter um filho e poder dar-lhe um nome. O menino está bem respondeu Maria..." (p. 71).
      Passa o resto de seus anos dando explicação sobre a nova maneira de escrever. Destrona professores sem nenhum respeito e ganha notoriedade. Prêmio Nobel de Literatura. Em dado momento da narrativa ele pede ao leitor que o escute: "Mil vezes a experiência tem demonstrado, mesmo em pessoas não particularmente dada à reflexão, que a melhor maneira de chegar a uma boa idéia é ir deixando discorrer o pensamento ao sabor dos seus próprios acasos e inclinações..." ( p. 71).  O narrador deixa escapar o seu próprio comportamento e inclinações motivo de crítica ou aplausos.
       Informa o leitor, no próprio livro, dizendo ser uma ficção, um romance. Busca na Bíblia as personagens e dá-lhes um outro caminho, a seu modo.
       Tanto escreve no singular ou plural a pessoa do verbo, modo  Indicativo e Subjuntivo, em tempo presente, pretério, futuro, gerúndio ou o verbo no infinitivo...
       "O sol mostra-se num dos cantos superiores do retângulo..." (3ª p. do singular,  p. 7).
       "A noite ainda tem muito para durar" (Infinitivo).
       "...lançando pela boca aberta um grito que não poderemos ouvir..." (2ª p. do plural).
        Aproveitando a frase acima o narrador ultrapassa e chega a ironizar, dizendo que não poderemos ouvir  "...pois nenhuma dessas coisas, o que temos diante de nós é papel e tinta, nada mais". Acrescento que foi um desperdício de papel e tinta e no lugar de "nada mais" eu acrescento e "muito mais" com períodos longos, narrou por dinheiro, cansou-se e deixou o leitor cansado.
         Momentos de rara beleza se pode destacar: "...com todo este ir e vir, este andar e estar parado, este pedir e perguntar, foi desmaiando o forte azul do céu"  (p. 63). Transforma o adjetivo "forte azul" em substantivo numa construção inteligente.  Ainda: "...com a sua cor de pedra tostada que era como a cor do pão..." (p. 85). Está se referindo a cidade construída em degraus.
         Romance psicológico, mostra subjetividade, fragilidade: "De súbito, José sentiu-se inquieto, ele que tão feliz estava um momento antes" (p. 84).
          Surreal quando José se vê a frente da cuel realidade: "Na lembrança de José, aos poucos, sonho terrível torna-se irreal, absurdo" (p. 97).  Aqui o sonho representa o temor, e por isso é irreal, mas não menos tormentoso.
         A ambigüidade se faz presente como: "a verdade e a mentira"; "expressão dos seus olhos e falta de expressão" e por último "anjos como Deus ou um anjo do Senhor e demônios em figura de pastor".  A estilística fica prejudicada com narrativa desplicente, recurso usado pela maioria dos escritores.
       O narrador nao aparece, o sujeito fica oculto: "...os filhos são a alegria dos pais, diz-se, e Maria fazia tudo para parecer contente..." (p. 106).
       Brinca com Deus e mostra um Deus despreocupado: "O remorso de Deus e o remorso de José eram um só remorso, e se naqueles antigos tempos já se dizia, Deus não dorme, hoje estaremos em condições de saber porquê, Não dorme porque cometeu uma falta  que nem o homem é perdoável" (p. 107).
       Aborda o pecado de Eva no Paraíso: "Aumentarei  os sofrimentos da tua gravidez, os teus filhos nascerão entre dores, e hoje, passados já tantos séculos, com tanta dor acumulada, Deus ainda não se dá por satisfeito e agonia continua" (p. 64).
      Aproveita a mitologia bíblica: "Tu és o meu filho muito amado, em ti pus toda a minha complacência" e volta a ficção: "Então Jesus compreendeu que viera trazido ao engano como se leva o cordeiro ao sacrifíco"  (p. 374).
      Assim como inicia o livro ele termina com a crucificação: "Então Jesus morre, morre, e já vai deixar a vida..." (p. 374).
      Confira você e tire suas próprias conclusões.

CEM ANOS COM ALFRED WAGNER

Recebo e-mail do site Amazings.com sugerindo leitura sobre Alfred Wagner. Está completando cem anos da primeira conferência proferida pelo cientista em Frankfut-am-Main. Lembrei de Wagner, fiz uma pequena crônica e aqui publiquei em 14.03.2011 quando o Japão sofria terrível catástrofe e desaparecia incalcuclável número de pessoas. A homenagem feita por Amazings foi no momento certo. O cientista trouxe para a humanidade o esclarecimnento sobre a formação dos continentes entre outros estudos.  Não deixe de ler matéria completa clicando acima.
Assunto relacionado: Estamos à deriva - Alfred Wagner (crônica/geografia)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A BELA AZUL E TCHAIKOVSKY

A música que acompanha o vídeo é de Piotr, mais conhecido por Tchaikovsky, conhecido músico e compositor russo e sem dúvida esta é uma das mais belas composições feita na Terra. Nasceu em São Petesburgo em 1840 e faleceu 1893. Concerto 1 para o piano em B Flat Minor (B em alemão significa o nosso Dó e Flat é o mesmo que "bemol/b"). Por que menor? Ele tocava a música da mesmo forma que vemos a matemática (..) 5-4-3-2-1-0-1-2-3-4-5 (..)  no lugar de subir na hora da execução nas notas pretas (sustenidos) da esquerda para a direita, ele descia em escala menor executando da direita para a esquerda em arremessos em bemóis (também notas pretas). Na composição vai aparecer depois da clave de Sol 5 bemóis (apartamentos) e este recurso de composição era próprio do compositor e ao escutá-lo podemos observar os arremessos. As notas em alemão eram representadas em letras: dó (C), ré (D), mi (E), fá (F), sol (G), lá (A) e si (B). Difícil? Muito e quem disse que entender e tocar é fácil, mas insista...