sábado, 12 de maio de 2018

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Beabá: quem é o doleiro que pode destruir Moro – e como ele trabalha

Beabá: quem é o doleiro que pode destruir Moro – e como ele trabalha: O sistema dólar-cabo é, digamos, o “tataravô” das criptomoedas. Não passa pelo Banco Central!. Quer dizer, não passa na saída. Passa na volta, quando entra como (pseudo!) “investidor estrangeiro”. As entregas e retiradas de dinheiro em Reais/ Dólar são físicas no Brasil, usando carro forte e tudo! A pessoa, p.e., dá 10 milhões em Reais e o doleiro faz aparecer numa conta offshore, em paraíso fiscal (como a Suíça) o valor correspondente em Dólar. Mas é como banco: não é o mesmo dinheiro físico. O doleiro – já – tem fundos fora (em USD) e dentro do brasil (nas duas moedas). Esse seria o capital social do banco, digamos. E vai fazendo as compensações no Brasil e no respectivo paraíso fiscal, tirando a sua comissão. Know-how legitimamente brasileiro! Aqui na Suíça, p.e., há casas que fazem remessas de imigrantes para os seus países de origem nesse mesmo esquema. Quase todas são de doleiros... brasileiros!

Altamiro Borges: Sergio Moro, o déspota da Lava-Jato

Altamiro Borges: Sergio Moro, o déspota da Lava-Jato: Por Jeferson Miola, em seu blog : Moro é um déspota que reina como um soberano absoluto, um tirano. Moro se comporta à margem das Lei...

quarta-feira, 21 de março de 2018

FREUD - Caso grave de Hemianestesia em um homem histérico


          Observação de um caso grave de Hemianestesia em um homem histérico (1866)
     Como nas observações de Charcot que aponta para sintomas especiais em caso de histeria, os “estigmas histéricos”,  Freud foi desafiado em Viena a provar que o homem podia sofrer desse mal  e depois de uma segunda tentativa encontra  um paciente masculino que se ofereceu para ser estudado. Era August P. de 29 anos e trabalhava como gravador numa empresa há dez anos. O paciente carregava um grande trauma familiar ao perder os pais, com mais cinco irmãos e entre eles, um foi tratado em Berlim com histeria. Assim na Sociedade de Medicina de Viena ele apresenta o paciente que ele já havia conversado e examinado. Não foi dispensado o histórico desde muito pequeno ao sofrer um acidente que comprometeu o tímpano. Terminou o curso primário e era um estudioso como aprendiz de gravador e exercitou-se no desenho. Com o decorrer dos anos veio a sofrer de palpitações. Desentende-se com o irmão que tinha uma vida desregrada, que o ameaçou de morte com uma faca. Assustado correu até a casa e caiu junto a porta. Ao acordar do desmaio, sentiu zumbidos, estava  muito fraco com dores de cabeça, com pressão intracraneana e com o lado esquerdo alterado. Após três anos desse incidente foi acusado por uma mulher de roubo, por quinze dias sofreu alterações no quadro que já havia se revelado e com depressão chegou a pensar em suicídio. Sofria de pesadelos, como cair de lugares altos, perda do sono e muitas dores do lado esquerdo do corpo. Todas as áreas foram afetadas, como garganta, ouvido, abdomem, joelho esquerdo e planta do pé.
Quadro do paciente: Nenhuma patologia nos órgãos internos; muito pálido. Dores com compressão no ponto de saída dos nervos supra-orbital e infra-orbital ou do mento; com alteração nevrálgica no trigêmio esquerdo, com sensibilidade na abóboda craniana, a pele não sofre qualquer estímulo nesse ponto, não reage a alfinete, beliscões e no torcer o lobo da orelha. Anestesiado. Examinado pelo Dr. Konigstein com poliopia monocular (ceratocone), o paciente via mais de uma imagem ao mesmo tempo de um determinado objeto e com problema para detectar cores, com prioridades para o cinza. Foi poupado da perda da audição do ouvido esquerdo. Nenhuma reação no braço esquerdo com testes de olhos abertos e testes de olhos vendados, o paciente não distinguia a própria mão esquerda da mão de Freud ao tocar com a mão direita. Zonas histerógenas sensíveis como o nervo trigêmio e suas ramificações: Resultado de imagem para nervo trigêmeo e suas ramificações                                                 Com todo o lado esquerdo comprometido como o cordão espermático que estava sensível a dor na cavidade abdominal e na mulher corresponde a sede da “ovaralgia”. O paciente sofre com a perna direita com hipoestesia, no lado externo e na panturrilha.
Expectativa e cura:  Foram feitos testes de sensibilidade elétrica na pele e com os testes repetitivos havia variações nas zonas dolorosas e as perturbações da visão também oscilavam, o que levou Freud a ter esperança de restaurar a sensitividade do paciente em pouco tempo.