sexta-feira, 30 de março de 2012

MEXENDO COM LIVROS: CORRUPÇÃO - Assim eu fico chateada

MEXENDO COM LIVROS: CORRUPÇÃO - Assim eu fico chateada: Temos em todo país 27 estados que compõe a nossa grande federação com 27 governadores. Cada estado, com as Câmaras Legislativas (as assemb...

CORRUPÇÃO - Assim eu fico chateada

Temos em todo país 27 estados que compõe a nossa grande federação com 27 governadores. Cada estado, com as Câmaras Legislativas (as assembleias), somando um  total de 1290 deputados estaduais e seus 12900 assessores, parentes, amigos e correligionários. Os Municípios e  todos os dias surge uma divisão, com total 5.000 prefeitos e com as Câmaras Legislativas com 59.764 vereadores que além de criar as leis, fazer emendas, também funcionam como órgãos fiscalizadores. A Câmara Federal é alimentada pelos estados que enviam seus representantes num total de 513 deputados federais, que são responsáveis por novas leis, emendas, como fazer valer as leis  antigas, portanto responsáveis pelos nossos Códigos. São eleitos para fiscalizar no lugar do povo, para crescimento integral da nação. Cada deputado tem aproximadamente 10 auxiliares, parentes e correligionários, num total de 5130. Temos ainda 81 Senadores, são os "testas de ferro", são os que aguentam os tirões, trazem a nação de pé, lutam até a morte, num total de 810 assessores. A estes 85.506 políticos e seus funcionários, poderíamos acrescentar mais uns 600.000 funcionários públicos concursados e apadrinhados que ficam nos Ministérios. Será que todos sofrem da "síndrome do cachorro louco", ficam com o rabo entre as pernas, ficam babando, não veem  que a corrupção salta a olhos vistos e não denunciam ou é a sociedade que enlouqueceu. ASSIM EU FICO CHATEADA...

sábado, 24 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

MEXENDO COM LIVROS: RIO PASSO FUNDO - RIO MORTO

MEXENDO COM LIVROS: RIO PASSO FUNDO - RIO MORTO:                                                          O rio Passo Fundo, situa-se no Oeste e Norte do estado, corta 30 municípios...

sábado, 17 de março de 2012

MEXENDO COM LIVROS: JULIAN ASSANGE E O FURO NA LEI

MEXENDO COM LIVROS: JULIAN ASSANGE E O FURO NA LEI: Julian Assange foi acompanhado por mim desde o início de suas ameaças de publicar assuntos sigilosos americanos e entre os países de " rab...

JULIAN ASSANGE E O FURO NA LEI

Tribunal autoriza extradição de Julian AssangeJulian Assange foi acompanhado por mim desde o início de suas ameaças de publicar assuntos sigilosos americanos e entre os países de "rabo preso", temos o Brasil com Roseana Sarney e sua continha em paraíso fiscal. O blogueiro está nas mãos da Corte Nacional Britânica e o Wikileaks anunciou no Twitter que será possível a candidatura dele para o Senado Federal australiano. As eleições vão ocorrer em 2013 e ele poderá oficializar a candidatura somente um mês antes da data prevista da votação. O estado por onde ele vai concorrer não dá como certa a vitória, mas admite que devido a grande popularidade ou alta projeção na esfera internacional ele poderá atingir o percentual necessário, 4%  para conquistar uma cadeira no Senado. Entre as denúncias feitas pelo blogueiro através emails e telegramas diplomáticos denunciando o "uso de informantes, estruturas de suborno, técnicas de lavagem de dinheiro e (o emprego de métodos de cunho psicológico)" do governo americano e outros países, também envolveu-se com outros "bichos cabeludos", na Suécia.  O soldado Bredley Manning também foi indicado pela Irlanda para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz, foi informante do Wikileaks, por crimes de guerra e está preso na Virgínia a espera de julgamento. Aqui no Brasil se fala muito em uma brechina na lei ou um furo na lei, fiquei pensando em lançá-lo a candidato ao Senado brasileiro, já que ele sabe tudo sobre a "dinastia maranhense" e tudo que sabe vomita. "Senado brasilero, vampiro brasilero".

quinta-feira, 15 de março de 2012

O FIM DO MUNDO E ALFRED WAGNER

ESTAMOS À DERIVA - Alfrede Wagner
Entre 500 e 150 milhões de anos atrás havia um  único continente  a  Pangéia e um único oceano, o Pantalassa. Para explicar essa teoria os cientistas provaram a existência de um mesmo fóssil em continente americano e africano. O réptil  encontrado no Brasil e no Continente Africano  foi o Mesossauro, encontraram outras evidências e também  o conhecido quebra-cabeças que juntando as peças os continentes formam um bloco único. Para Alfred Wagner alemão que viveu entre 1880 e 1930 escreveu em seu livro A origem dos continentes e oceanos a idéia da deriva dos continentes em estudo exaustivo, convenceu os outros cientistas a considerar a idéia como séria. Os continentes se movem por causa da litosfera que são as camadas viscosas da astenosfera. O oceano vai criando uma crusta que ocupa o espaço que fica entre os continentes. Outros cientistas também colheram material no topo do Everest com desenhos de plantas marinhas. Assim surgiu a teoria do alastramento oceânico, portanto estamos em permanente viagem, e sem dúvida à deriva, apesar do barco ser grande, quando a lava viscosa é demais o barco balança com muita força e temos terremotos e tsunami. A pangéia começou a se desfazer aproximadamente há 80 milhões de anos. Hoje temos além do movimento natural, temos a Terra envolvida numa camada de CO2, um gás, o dióxido de carbono, que vem crescendo desde o início da Revolução industrial, no século XIX. Este gás tóxico é absorvido pelos oceanos e pela biosfera, e sacode o planeta com mudanças climáticas. Falamos em aquecimento global, os polos derretem e invernos rigorosos, acontecem na parte setentrional ou boral e na metade merional ou austral, temos calor acima da média anterior as emissões do gás. Ondas com fúrias atacam e ventos destroem repentinamente com torrentes de fortes chuvas, muito próximo a terra esgota ao último, a umidade que existia. Florestas são devastadas por latifundiários em nome do agronegócio, poeiras envenedas infestam o ar que respiramos e envenenam rios e mares. 
Nota: Está completando um ano da publicação neste blog da crônica "Estamos à deriva - Alfred Wagner", feita pela ocasião do terremoto do Japão. Dr. Décio Colla, médico que mora em são Francisco de Paula é um estudioso das "placas tectônicas  sul-americana e africana" e  que em dado momento poderiam se chocar provocando uma grande onda. Dr. Décio está coberto de razões pelos mesmos motivos citados em minha crônica. O que se tem que levar em consideração deverá ser a aproximação dessas placas que deslizam sobre a lava viscosa, ou ainda a elevação de de uma placa por forte aquecimento. No momento em que a placa se deslocar e se acomodar sobre a outra teremos o maremoto. Quanto às previsões do Dr. Décio, acho prematuro afirmar esta catástrofe sem um "Raio-X" das placas. Alguns americanos estão estocando enlatados por alguns bons motivos. A Terra parece ameaçar e sem dúvida teremos uma novo comportamento do tempo, por causa da forte poluição no espaço (pelos desmatamentos e queimadas). Após uma queimada por mais quente que seja a região as cinzas jogadas no espaço encobrem o sol e dois ou três dias depois aparece o frio naquela região. Alguns cientistas defende também a teoria do frio que será causado pelo degelo. O gelo triturado formará uma nata sobre o oceano e junto com a poluição  teremos frio intenso que poderá ter uma duração aproximada de dez anos. Esta será a nova era do gelo, já iniciada. No Alasca já existe um local em que as pessoas esquiam o ano todo, fenômeno inexplicável por ser um lugar que sempre a neve derreteu no verão. Os meus sabiás continuam aqui, colibris, os gambás estão sendo atropelados, os ouriços e os lagartos desalojados de seus habitates. Dr. Décio sem sombra de dúvida sabe muito. Os riachos e valões que matam a cede estão podres pela falta de educação do ser humano e pela falta de saneamento básico dos municípios e em todos os lugares, por mais alva que seja a água ali atrás tem uma privada para alimentar os peixes e sujar a água dos animais. Por todo o Brasil, lugares que visitei ou por que participei de encontros, os grandes rios também estão podres e são eles que fornecem a água que tomamos. Os ribeirinhos do nosso grande rio Amazonas não tem água potável porque vivem sobre palafitas e ali são depositados todo o lixo. Os moradores de Porto Alegre desentupiam riachos no horário da chuva para não se afogarem juntos com os  sacos plásticos e todo lixo jogado ali. O Diretor do DEP, Carlos Teixeira disse que "Outras cidades do mundo que registram chuvas dessa intensidade tiveram seus serviços paralisados por horas ou dias". Sempre há um político para defender a administração pública, mas senhor Teixeira, deixou registrado aqui que nós somos um "país independente", portanto responsável pela educação do povo, pelo saneamento dos riachos, valões e escoamento das águas da cidade ou cidades brasileiras. Um município quando tiver que resolver alguma coisa resolva pela sua independência e não porque o seu vizinho ainda não viu necessidade de resolver um problema igual ao do seu município. Sempre olhando para o vizinho, mas nunca para àquele que está resolvendo. Dinheiro temos, o que falta são gestores que saibam onde colocar o respeitado dinheiro público. Se quiser saber como se drena uma cidade vá à  Paris ou bem mais perto, em Mendoza onde a neve cobre a cidade e nenhum transtorno acontece  com o degelo. Parabéns Dr. Décio, mas aperte a gravata desses políticos que não fazem saneamento e abarrotam os postos do SUS com doenças. Este também pode ser o  fim do mundo.http://www.flickr.com/photos/skarpi/5202222058/http://www.flickr.com/photos/skarpi/5202222058/

                                        

MEXENDO COM LIVROS: ESTAMOS À DERIVA - Alfred Wagner e o respeitável P...

MEXENDO COM LIVROS: ESTAMOS À DERIVA - Alfred Wagner e o respeitável P...: Entre 500 e 150 milhões de anos atrás havia um  único continente  a  Pangéia e um único oceano o Pantalassa. Para explicar essa teoria os ...

quarta-feira, 14 de março de 2012

UN BESO EN LA LUNA

http://mizar.blogalia.com/ <Um beijo na Lua> O blog com a URL citado contém belas imagens do fotógrafo Pacco Bellido. Mostra a estrela Vega onde tem todo tipo de mineral,  que os americanos poderão extrair. Já havia publicado "Trabalho na Mineração" com outro título, porém o conteúdo é o mesmo. Achei pertinente diante da pressão americana sobre os chineses para que continuem mandando matéria prima extraída em mineração para fora do país. Estão certos os chineses e exportam o que podem exportar. O futuro não é amanhã,  não podem esperar que acabem o que praticamente não existe mais só para atender os americanos e outros países descontentes. Aqui, já extraímos muito ouro, que foi dado e vendido a troco de banana e banana em ouro de presente. Para quem não sabe  a Inglaterra tem um cacho de bananas  em ouro maciço doado pelos cabeças ocas da casa da mãe Joana.

terça-feira, 13 de março de 2012

TRABALHO NA MINERAÇÃO - ETIS

     Você mineiro brasileiro está preparado para explorar minérios em Vega? Não é em Vegas, nos EUA. Fica fora do Sistema Solar. "?Usted no es un minero" "No soy minero, uai!".
     A busca de inteligência extraterrestre foi feita através de sinais de rádio. O Allen Telescope Array (ATA) fica no alto das montanhas na Califórnia. São 42 antenas e com projeto para aumentar para 350. O sistema procura resposta de sinais de rádio que já foram enviadas deliberadamente a procura de alienígenas. Parece que diante de novas tecnologias o sistema está ultrapassado.
    Segundo alguns cientistas mudando o foco da procura é possível um encontro com ETIS bem longe daqui.
    A exemplo da Terra outros planetas possivelmente habitados poderão estar com seus recursos naturais exauridos ou por outros motivos procuram fora de seu habitat matéria-prima que viria suprir necessidades.
    O aumento da população aqui e fora daqui pressiona sobre estes recursos não mais existentes. A humanidade vai precisar de matéria-prima para a tecnologia de computadores, celulares e outros. Estes recursos são finitos e a procura fora do seu habitat é uma saída. Uma mudança com relação a uma proposta nova, chamada proposta verde, ainda caminha a passos lentos.
    Os astrônomos voltados para Vega, uma estrela com a 4ª maior massa entre as 50 mais próximas do Sol, detectaram metais preciosos em asteróides num disco de poeira na Alfha Lyrae da constelação de Lira.Maior que o Sol é a estrela mais brilhante a ser explorada. Neste disco poderão ser encontrados planetas e asteróides com minérios.
    Os cientistas do SETI precisam desenvolver um multi-comprimento de onda para poder se beneficiar das experiências e a partir da mineração nos asteróides (TAM) avançar em direção a uma spacefaring civilization, ou seja um encontro com uma civilização no espaço.
     Feito os cálculos, escala de valores pra lá e escala de valores pra cá, extraído o custo das naves, o assentamento dos mineiros em uma colônia num asteróide e apurados os lucros da grande exploração, um gasto de aproximadamente 15 bilhões de dolares, para o emprendedor. Uma utopia? Não! Os mineiros precisam estar preparados...A construção do Canal do Panamá era inviável, pois os engenheiros e cientistas teriam de enfrentar sérios problemas tecnológicos. O canal é uma realidade.
   Se você gosta deste assunto poderá encontrar no blog amazings.es matéria resumida, científica. Como sugestão  leia o cientista Carl Sagan em Contatos. Confira
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domingo, 11 de março de 2012

MEXENDO COM LIVROS: O GRANDE LIXÃO

MEXENDO COM LIVROS: O GRANDE LIXÃO: Marcos Pereira http://correiodopovo.com.br/Blogs/marcos-pereira/ , escreve com muita propriedade e responsabilidade perante os leitores. E...

quinta-feira, 8 de março de 2012

G - 8 - QUE BELA PROMESSA

G-8 "QUE BELA PROMESSA!"
Tudo começou em 1975, Rambouillet (França), com governantes das seis nações mais ricas do planeta. Era o G-6. Reuniram-se: Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Japão e Itália, todos com economias consolidadas e com força e influência política na ONU, FMI e OMC. Discutiram problemas que envolviam propriamente os seus umbigos: comércio internacional e manter relações com aqueles países que estavam em desenvolvimento, ou seja viver em paz com quem estava se desatolando. De 1976 a1998, passou a chamar-se G-7, incluiram o Canadá. Reunidos em Lyon (França) 1996, pensaram nos países extremamente pobres e individados. Em Birmingham (Reino Unidos) em 1998, aconteceu a primeira reunião do G-8, agora com a participação da Rússia que já vinha participando de penetra. Chefes de Estados para um lado e Ministros para outro, ou seja duas reuniões paralelas. Tudo por telepatia. Em 1999 em Colônia (Alemanha), reforçaram as discussões em torno da dívida dos países pobres (baixar juros). Em 2000 em Okinawa (Japão), concordaram em conceder financiamento maior para o combate as doenças infecciosas e financiar tecnologia digital, ou seja os paupérrimos comprariam equipamento dos muito ricos. A diferença entre os dois era gritante e precisava informatizar os pobres. Em Gênova (Itália) em 2001 criaram o Fundo Mundial de Luta (HIV), a Malária e a Tuberculose. Os portadores de AIDS na África, contraem a Malária de 20 em 20 dias, a Tuberculose, e uma variedade de doenças. Alguns países africanos foram selecionados (os menos doentes das pernas) para participar da reunião. O acordo ficou conhecido por NEPAD (Nova Parceria para o Desenvolvimento da África). Em Kananaskes (Canadá), em 2002 o texto ficou belíssimo: plano de ação, definição de áreas de prioridades, ajuda para o desencolvimento sustentável, disseminação das armas, educação para todos os africanos. Não ficou de fora Oriente Médio x Paquistão, Afeganistão x Índia, o combate ao terrorismo e a lavagem de dinheiro. Em Rostock (Alemanha) em 2007, aconteceram manifestações populares porque os países reunidos não faziam a lição de casa e ensinavam os pobres a fazer. Veja, as promessas do G-8: 1 - erradicar a pobreza; 2 - educação primária básica para todos; 3 - igualdade de direitos entre homens e mulheres; 4 - combate as doenças (saúde para o povo);
5 - combate a mortalidade infantil;
6 - AIDS, Malária e Tuberculose como prioritárias;
7 - sustentabilidade (dar condições para caminhar com as próprias pernas) e
8 - fazer uma parceria global (ou seja os países ricos unidos dariam a força).
Ainda documentaram sobre o meio ambiente: aquecimento, desertificação, poluição, desmatamento e chamaram de METAS DO MILÊNIO. Extraído do Wikipédia.
Assunto relacionado:
1 - G-8 e os deveres de casa

quarta-feira, 7 de março de 2012

VERSÃO DA CARTA DA TERRA


Segue abaixo a versão da Carta apresentada no Fórum Rio+5, em 1997 de forma solidária entre todos e com a comunidade da vida, nós, os povos do mundo, comprometemo-nos à ação orientada pelos seguintes princípios inter-relacionados:
1. Respeitar a Terra e toda a vida. A Terra, toda a forma de vida e todos os seres vivos possuem um valor intrínseco e têm direito ao respeito, sem levar em conta seu valor utilitário para a humanidade.
2. Cuidar da Terra, protegendo e restaurando a diversidade, a integridade e a beleza dos ecossistemas do planeta. Onde houver risco de dano grave ou irreversível ao meio ambiente, uma ação preventiva deve ser adotada a fim de evitar prejuízo. 3. Viver de modo sustentável, promovendo e adotando formas de consumo, produção e reprodução que respeitem e salvaguardem os direitos humanos e a capacidade regeneradora da Terra.
4. Instituir justiça e defender, sem discriminação, o direito de todas as pessoas à vida, à liberdade e à segurança pessoal, dentro de um meio ambiente adequado para a saúde humana e o bem-estar espiritual. As pessoas têm direito à água potável, ar puro, solo não-contaminado e à segurança alimentar.
5. Compartilhar eqüitativamente os benefícios do uso de recursos naturais e de um meio ambiente saudável entre as nações, entre ricos e pobres, homens e mulheres, e gerações presentes e futuras, internalizando todos os custos ambientais, sociais e econômicos. 6. Promover o desenvolvimento social e sistemas financeiros que criem e mantenham meios sustentáveis de subsistência, erradiquem a pobreza e fortaleçam as comunidades locais.
7. Praticar a não violência, reconhecendo que a paz é o todo criado por relações harmônicas e equilibradas consigo mesmo, com outras pessoas, com outras formas de vida e com a Terra.
8. Fortalecer processos que capacitem as pessoas a participar efetivamente no processo decisório e que assegurem a transparência e o dever da prestação de contas no exercício do governo e na administração de todos os setores da sociedade.
9. Reafirmar que às populações nativas e tribais cabe um papel vital no cuidado e proteção da Mãe Terra. Elas têm o direito de preservar sua espiritualidade, seus conhecimentos, terras, territórios e recursos.
10. Afirmar que a igualdade de gênero é um requisito do desenvolvimento sustentável.
Escrita no Rio em 97 (cinco anos após a Conferência das Nações Unidas em 92)
11. Assegurar o direito à saúde sexual e reprodutiva, com preocupação especial para com as mulheres adultas e jovens.
12. Promover a participação dos jovens, na qualidade de agentes responsáveis de mudança, visando a sustentabilidade local, bioregional e global.
13. Fazer avançar e aplicar o conhecimento científico e de outra natureza, bem como tecnologias, que promovam meios de vida sustentáveis e protejam o meio ambiente.
14. Assegurar que todas as pessoas tenham, ao longo de sua existência, oportunidades de adquirir o conhecimento, os valores e as habilidades práticas necessárias para criar comunidades sustentáveis.
15. Tratar todas as criaturas com bondade e protegê-las da crueldade e do aniquilamento arbitrário.
16. Não fazer ao ambiente dos outros o que não queremos que façam ao nosso. 17. Proteger e restaurar áreas de extraordinário valor ecológico, cultural, estético, espiritual e científico.
18. Cultivar e praticar um sentimento de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da Comunidade da Terra. Toda pessoa, instituição e governo têm o dever de promover metas indivisíveis de justiça para todos, sustentabilidade, paz mundial, respeito e cuidado para com a comunidade de vida mais ampla.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

link:http://mexendocomlivros.blogspot.com/ - Pesquisa Google

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WIKILEAKS E ROSEANA SARNEY

    Tribunal autoriza extradição de Julian Assange Julian Assange acorda da ibernação no lado Setentrional. A temperatura começa a esquentar e o blogueiro se animou e disse que vai levar à público alguns e-mails, poucos, só 5 milhões, mas o suficiente para arder as orelhas de muita gente "fina" de vários países. Desgraçada pedra que entra naquele sapato também muito fino, sapato que pobre não conhece. Pobre leva uma vantagem se entrar uma pedra ela entra pelo buraco da sola. O assunto é duro, mas não é pedra, é dinheiro sujo. Os analistas e psicalistas  estão dizendo que as pessoas que poem a mão no dinheiro alheio é um doente, mas se isto for verdade vai ser muito bom porque serão todos absolvidos alegando seus advogados que seus clientes tem problema de cabeça. Ora vejam bem, Rosena Sarney e seu marido, ambos com problemas psiquiátricos criaram um tal de negócio chamado de CORONADO TRUST. Imaginem os dois de "mens sana in corpore sano", governando o Maranhão? Todos já sabem qual seria o resultado. As crianças teriam escolas, seus pais teriam trabalho, não precisariam brincar nos esgotos a céu aberto e teriam menos doenças e se precisassem teriam Saúde Pública, que também não tem. O tal de TRUST que o povo do Maranhão entendeu corretamente como TRIST é uma conta bancária com o dinheiro suado do povo e foram parar nas Ilhas do Canal da Mancha e Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe. Todos sabem que contas bancárias são secretas e por isso violar segredo bancário dá cadeia e só não dá para quem tem a continha com os milhõesinhos. Agora virou moda, abrir conta com nomezinho estrangeiro: Limited, Trusted, Cruz Cred e tantos outros. Para quem quiser esconder seu dinheirinho o banco se chama JULIUS BAER e se é Baer é bom (num paraíso)...
Marcadores: Wikileaks

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"CARNAVAL NO MARANHÃO" COM A FAMÍLIA REAL


.Nos últimos dias canais de TV estão noticiando que Roseana Sarney doou entre 8 e 9,5 milhões para o Carnaval do Rio e a benefiaciada será a Beija-Flor que deverá incluir no enredo temas do Maranhão, em outras palavras fazer propaganda do estado. O que os turistas vão ver no Maranhão? Praias poluídas, esgoto a céu aberto, crianças em estado de miserabilidade escondidas no interior do estado, muitas auxiliadas por ONGs, muitas com escolas precárias, sem postos de Saúde e hospitais. Muitas sem pais que fugiram da miséria em busca de trabalho em outros estados. Muitas vendo suas mães sair cedo de casa para trabalhar debaixo dos coqueirais (nos açaís), quebrando coco de maneira primitiva, de mãos calejadas e ainda com trabalho escravo em algumas fazendas, que apesar dos esforços, ninguém está preso. Chaga que envergonha um povo sofrido, que de mãos amarradas não conseguem se ver livre da ditadura dos Sarney(s). Deixar a praça central bonita para o turista, aquele que desavisado fotografa o centro, as lindas areias com seus lençóis que tanto encanta o visitante, que não dá um passo aos bairros e se der vai ter que saltar por cima dos esgotos. O que quer mostrar Roseana Sarney no carnaval do Rio? O palácio, onde a Princesa mora? A Beija-Flor deve também exibir a Família Real em carro alegórico. O povo maranhense, vai  ver seus súditos, assim como o povo brasileiro. Desperdício de dinheiro público. Circo para o povo que não tem alternativa de outra coisa, só  defile dos burgueses e para burgueses de camarote. Carnaval que pobre não entra. Carnaval que rola lavagem de dinheiro. Todos sabem disso e mesmo assim lá estão os artistas, aqueles que deveriam ser os primeiros denunciar, que deveriam ser os primeiros a negar-se a vestir a fantasia: a fantasia do menino de rua e sem escola, a fantasia  do menino que brinca no esgoto, que passa fome e que perde a esperança à medida que cresce...

domingo, 29 de janeiro de 2012

PIRATAS DA SOMÁLIA SÃO AGORA EXTRATERRESTRES

Assunto relacionado:          Extraterrestres no Golfo de Áden
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

UM ACONTECIMENO NA VIDA DO PINTOR-VIAJANTE - César Aira

        César Aira, escritor argentino de muitas obras, escreve a novela na 3ª pessoa, portanto um narrador observador, impessoal, realista e objetivo: "Por acaso "os pampas" eram mais planos do que estas panícies que estavam atravessando?"
      Convida o leitor para um flashback, ou seja um retorno no tempo da narração com o emprego do verbo na 1ª pessoa do plural (precisamos): "A esta altura, precisamos voltar um pouco atrás para termos uma idéia mais clara do trabalho que o jovem artista iniciava."
       Seus personagens são históricos como Johan Moritz Rugendas, alemão  que veio para América pintar a natureza. Características do naturalismo pode-se observar no decorrer da narrativa.
      Na hereditariedade, faz uma árvore genealógica da família Rugendas: "Seu bisavô, Georg Philip Rugendas (1666-1742) foi o iniciador da dinastia de pintores. Assim o fez porque na juventude perdeu a mão direita."        
       Na natureza, o pintor trava uma luta com  estas  forças: "Por entre as montanhas, rodavam faíscas brancas do tamanho de casas e os raios eram como tacos de um bilhar meteórico."
       Ele é cintificista/naturalista,  tinha a mesma idade de Darwin e a exploração científica feita à campo se estendia no velho e novo mundo e o cientista estudava a origem das espécies, também pela América e em um diário escreveu Viagem de um naturalista ao redor do mundo (1839). Disse Darwin: esta viagem "determinou toda a minha carreira" e partindo do Brasil em 1832 depois de percorrer quase toda costa exclama: "Dou graças à deus e espero nunca mais visitar um país de escravos..." e a referência a  "Alexandre Humboldt (1769-1859) foi um cientista totalizador, talvez o último deles.Humboldt além de várias especializações, também  foi      um    explorador.
      Na  filosófia, Nietzsche com a mais alta expressão de afirmação de vida, de dor e alegria e superação do homem (super-homem): "Só faltava a concepção de uma consciência que fosse não apenas consciência em si, mas também de todas as coisas do universo."  
     Esta narrativa, este viver entre as montanhas, lembra-me um grande livro de um naturalista americano e filósofo que assim escreveu: "Fui para a mata porque queria viver deliberadamente, enfrentar apenas os fatos essenciais da vida e ver se não poderia aprender o que ela tinha a ensinar, em vez de, vindo a morrer, descobrir que não tinha vivido." (Walden ou A vida nos bosques de Thoreau). 
      Utópico, seria inviável percorrer os Andes em cavalos e mulas mesmo depois de um grande acidente que o imobilizou: "O segundo raio o fulminou menos de quinze minutos depois do primeiro."  Aponta também para a pintura feita ao longo do trajeto, com dificuldades para enquadrar a montanha dentro do quadro: "Além disso, acertar com o desenho do Aconcágua não era tão fácil, como não era o de nenhuma montanha em particular." 
   Psicanalítico quando emprega substantantivo "mecanismo" significando automatismo, com predominância do inconsciente sobre o consciente ou ego profundo operando,  sem se afastar do alter ego  "como mais", não só este problema, mas muitos outros no decorrer da viagem e pintava freneticamente sem descansar "e operava a contigüidade como mais um mecanismo." 
     Em Arte de Escrever Schopenhauer, narra como era a pintura no "primeiro quarto deste século, no qual a arte era considerada meramente um meio e um instrumento de uma religiosidade e, com os únicos temas escolhidos eram os da igreja..." Rugendas mais tarde se dedica a pintar as batalhas que juntamente com a primeira citada por Schopenhauer entraram em decadência, "seguindo-se a ela o retorno à natureza que se manifesta em quadros de gênero e todos os tipos de cenas da vida, num tipo de pintura que por vezes se perde em obras vulgares." Aborda o pressentimento: "Não ouviam nada, a não ser o tênue pressentimento de um zumbido que deveria ser psíquico." 
      Ficcional  quando precisa usar os recursos estilísticos. A realidade mesmo em carta ele não enviava para a irmã: "Esta parte do episódio foi ainda mais inexplicável que de todo o resto. Mas não podemos duvidar da realidade disso porque ficou documentado no epistolar do artista..." 
       Ele passa do naturalismo para o surrealismo com descrições monstruosas e de loucura: "Todo o dano tinha se concentrado na cabeça...A dele não se parecia com nada. Tinha ficado como aquelas coisas que não se vêem nunca, com os órgãos de reprodução vistos por dentro..." ou "O emaranhado de relâmpagos nas nuvens fazia e desfazia figuras de pesadelo." A dor e as sequelas marcado pelo acidente não atrapalhou o pintor, mas o fez melhor. "Produzia uma cascata transitiva transparente em cada círculo e, a partir dela, recompunha-se o quadro, como arte...Por sua vez, nos detalhes, recuperava-se a sensação de estranheza, o que cem anos depois seria chamado de "surrealista", e que naquele tempo era a "fisionomia da natureza", o que quer dizer, o procedimento." O narrador emprega o sofrimento apenas como ilustração (sentido figurado) para mostrar a transição pela qual passa o pintor ou a arte em si, ora pinta com luminosidade e com traços leves, ora desenha  (superação na dor igual superação na arte). "Rugendas, de sua parte, estava tão concentrado nos desenhos que não se dava conta de nada. Na meia-noite selvagem, drogado pelo desenho e pelo ópio, ele operava a contigüidade como mais um mecanismo. O procedimento seguia atuando por ele. De pé, às suas costas, oculto nas sombras, o fiel Krause estava atento."
      Na dicotomia destaco um pintor como sendo "afetado e desengonçado como adolescente" ou "eu sou um monstro?" e "O raciocínio era o seguinte: se dava o mesmo trabalho, em princípio, dizer a verdade e mentir, sem lacunas nem ambiguidades?"
     Objetivo: "Em poucos dias, já estavam no meio da cordilheira, mesmo descontando o tempo para pintar."
         Não deixe de ler o pintor-viajante, de um encantamento do começo ao fim. Viaja-se com o narrador, confira.
   

MONANGAMBÉ - Rui Mingas




                      "O café vai ser torrado,
                                pisado, torturado
                                     vai ficar negro,
                                            negro da cor do contratado."

                                                                                                             António Jacinto

       Em 1485 aportou em Angola, o português, Diogo Cão e lá encontrou tribos africanas de nome banto (os bantu). Somente em 1569 Paulo Dias Novais, também português, propôs a tomada de posse daquelas terras. Em 1574 foi criada a Capitania de Angola e em 1576 a primeira vila chamada Luanda. Eram de lá que os portugueses traziam os escravos para o Brasil. Foi criado em Angola um empório, local onde se fazia o comércio de escravos que pegados à força pelos portugueses eram colocados em porões dos navios. Muitos morriam na viagem de banzo, uma doença que se abatia no banto pela tristeza, pela fome e a saudade da vida primitiva que levava em suas terras. Os holandeses que ocupavam o nordeste brasileiro/Recife, foram em expedição buscar escravos em Angola para o trabalho escravo em Pernambuco. Com a expulsão dos holandeses e também expulsos de Angola, esta era administrada diretamente do Brasil mais precisamente da Bahia e Rio de Janeiro. Com independência do Brasil, Portugal assumiu a colônia diretamente. A partir de 1970 criou-se um movimento de luta armada para a independência, em Angola. Não foi fácil pela resistência dos portugueses e a guerrilha durou aproximadamente dez anos. Em 1979 assumiu o primeiro presidente nomeado, José Eduardo dos Santos. (Delta Larrousse, Volume I).
     Quando ainda colônia plantavam o café, milho, cacau, algodão que em forma de trabalho escravo carregavam os navios atracados no porto em direção a Europa. Pela escravidão que durou séculos os angolanos foram prejudicados de maneira geral. Ficaram muitos sem escolas e ainda hoje o sistema de saúde é um dos mais precários do mundo. Em 1999 foram registrados quase 700 casos de poliomelite com 41 mortes. Estas crianças não foram vacinadas ou receberam doses incompletas das vacinas. As condições de higiene são precárias, as condições sanitárias deficientes e água contaminada, ainda fruto das guerrilhas internas.
      A poesia de António Jacinto mostra como era o trabalho do escravo angolano. Plantava o café e não tinha água.  Angola pelas proximidades do deserto da Naníbia sofre com períodos de secas e escassez de alimentos e água. O dinheiro recebido só dava para comprar uva podre, peixe podre e pano ruim. Aqui são as vestes dos escravos comparadas com as dos senhores das fazendas. As capinas, os laranjais, a plantação de milho fazia o branco ficar barrigudo e possuidor de carros. A poesia tem como tema o trabalho escravo que mesmo depois da indepêndencia continua escravo. É uma situação criada por aqueles que prosperaram, mesmo sendo angolanos levam os mais fracos ao trabalho escravos ou mal pagos. A palavra Monangambé tem origem no povo banto com sotaque francês e sem uma tradução para o português. Em 1970 quando criou-se o movimento pró-independência, os bantos eram avisados que iria haver Monangambé, que significava chamamento ou reunião. Entre línguas e dialetos aprenderam o português e francês. Rui Mingas quando canta pronuncia  Monangambé (circunflexo), como no francês, aqui nos temos a palavra candomblé também de etnia do povo de Angola, pronunciada  com som (agudo), como no português. António Jacinto Amaral Martins, nasceu em Golungo Alto, em Angola, lutou pela independência e participou das frentes militares. Foi preso. Foi Ministro da Educação e Cultura em Angola e faleceu em 1991, em Portugal.

OBS: Na época da narrativa desta  pequena crônica  sobre a letra de Rui Mingas denominada Monangambé, em janeiro de 2012 não havia nenhum dado ainda na Internet sobre Angola e apenas consultei a Enciclopédia Delta Larrousse que neste momento não estou de posse para uma simples conferência de datas. A procura imensa sobre Angola e Rui Mingas, fez deste comentário um dos mais lidos entre os 353 escritos aqui neste blog. Parabéns a Wikipédia pela História da Guerra da Indepedência deste país, agora editada, um recurso a mais: "Em meados dos anos 1920 estava alcançado um domínio integral do território, muito embora houvesse ainda em 1941 um breve surto de "resistência primária", da parte da etnia Vakuval nota 3 . Embora lento, este esforço de ocupação não deixou, porém, de provocar novas dinâmicas sociais, económicas e políticas nota 4 . 
        Em Camões, podemos encontrar na obra poética "Os Lusíadas" as navegações e as resistências nas colônias portuguesas pelos habitantes da costa Africana, que como exilado lá permaneceu por 17 anos, só voltando para Portugal em 1570. Assim começa a História da Independência de um povo, no momento em que se seu espaço é invadido e escravizado. 
Contribuição de Fernando Soares (Portuga), para o meu perfil do facebook.
 (31/05/14).https://www.facebook.com/759654997399236/videos/327034784738736/