terça-feira, 27 de dezembro de 2016

MEXENDO COM LIVROS: DILMA ROUSSEFF - Na "terceira margem"

MEXENDO COM LIVROS: DILMA ROUSSEFF - Na "terceira margem": Vivemos tempos difíceis, estamos à deriva. Os bicudos não servem para beijos, mas são carcarás, que devoram como abutres. Dilm...

DILMA ROUSSEFF - Na "terceira margem"



Vivemos tempos bicudos, estamos à deriva. Os bicudos não servem para beijos, mas são carcarás, que devoram como abutres. Dilma foi colocada na "terceira margem", intocável, isenta de qualquer crime, mas ancorada só pela sociedade, que de resto foram jogados nas margens: direita e esquerda.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

QUEM PREFERIU O PATO, FICOU SEM O PERU

Resultado de imagem para FIGURA DE PATO MUITO FEIOEra uma vez um pato muito feio. Ele se gabava de saber fazer de tudo: nadava, mas se cansava e para matar a fome tinha que mergulhar rápido, para não se afogar. Afinal não era nenhum peixe. Sabia voar, voava baixo, tinha medo da queda, pois afinal não era nenhum pássaro. Tinha uma pata como parceira que botava ovos, mas quando os filhotes nasciam, nunca sabiam qual eram os seus filhos. Afinal ele não era nenhum cardeal. Caminhava,  nadava, mas seus pés se atrapalhavam e dava de cara no chão. Afinal não era nenhum papa-léguas. Sabia fazer quá-quá-quá, mas nenhum gru-gru-gru. Afinal não era nenhum peru. Mesmo sabendo que o pato era  desajeitado e feio, mas  tinha a solução para tudo, teve quem os preferisse e assim ficaram felizes para sempre, mas sem o peru.

ContrapontoPIG: Nº 20.567 - "A lavagem cerebral como estratégia po...

ContrapontoPIG: Nº 20.567 - "A lavagem cerebral como estratégia po...:   22/12/2016  A lavagem cerebral como estratégia política   Do Cafezinho - 22/12/2016 22/12/2016 Pedro Lorenzi Breier     ...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

FOI DADO MUITA CORDA AOS BOIS

Esta metáfora pode ser traduzida como um elástico que nos faz lembrar que serve para dar flexibilidade ao que precisamos. Observamos na medida que a sociedade brasileira caminha, em relação a desgovernabilidade e o desentendimento entre os Três Poderes, que chegamos ao rompimento do que seria um simples alongar. Examinadas as nossas leis por Procuradores, Juízes e outros dentro da área, fazem dela uma extensão e não está mais valendo o próprio código. As leis, à medida que sofrem emendas perdem o sentido original, a flexibilidade chega ao ponto de ser jogadas para o lado e esticada a corda até a jurisprudência. Sem judiciário, perdemos a democracia. A corda foi levada para um ponto, e não encontramos mais "o boi", que dava partida ao carro. Sem boi, sem carro, o país vai ser lembrado por se ter  "dado muita corda aos bois".



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Livro sugerido para a semana: Carl May - O tesouro do Lago de Prata

Carl Friedrich May, nasceu em Radebeul, na Alemanha. Maio incorporou seus personagens a ponto de confundir o leitor. Escreveu este livro em 1891 após ter viajado para os Estados Unidos e ali viveu com o índio, o negro e o yankee. Era poliglota, e aprendia a língua viajando. Fez um romance de aventura, o melhor entre todos escrito por ele, escreveu na terceira pessoa. Pré-moderno, seus personagens são criados a partir de uma vivência com as viagens e assim  adjetivando-os como: altos, magros, barbudos, ruivos,  vai dando forma a cada um e surprendendo o leitor. Colocou-os em um navio  e aos poucos vão se conhecendo de forma que o leitor fica de cabelos em pé: Mão de Ferro (homem forte), o Mão de Fogo (bom no gatilho) e o ruivo Brinkley?
   __ "Cruzes! Se aquele não é o ruivo Brinkley, quero ser enfumaçado e devorado com toda a casca. Tomara que ele não me reconheça!"
     A maioria dos personagens eram yankees e havia também o Coronel. Encontravam-se ali os respeitáveis Nintropan-haney e o seu filho Nintropan-hoomosch. Eles eram nada mais que dois nômades que vagavam pelas planícies e montanhas americanas, sem destinos: o "Grande-Urso" e o "Pequeno-Urso". Também a bordo o "alemão". Era o Preto Tom "célebre rafter".
     O navio era um saco de gatos, ou melhor um gatinho viajava ali. Dizia o proprietário do gato: acalmem-se cavalheiros, é apenas uma pantera negracom três metros de comprimento, com três anos de idade e come um carneiro por dia. Ela dorme no caixão de madeira e alguém esbarrou nele. A pantera havia rosnado e fez o navio estremecer.
     Assim prosseguia a viagem de sobressalto em sobressalto. Uma bela leitura. Confira a qualidade literária de Maio.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

REPÚBLICA DE CURITIBA - Libera passaporte

Resultado de imagem para Moro fez passaporte da República de curitiba Montagem sobre reproduçãoA Constituição brasileira é clara com relação a divisão do nosso território. Foi feito um plebiscito e  não tivemos os resultado, porque foi feito sem consultar as leis da carta magna. Perante os fatos relacionados com a falta de recursos aos estados, há momentos que aparecem aqui e ali a ideia de  dividir o país em Norte e Sul ou que volte a ser capitanias hereditárias ou comarcas de séculos passados, logo é jogada água na fogueira. Somos estacados, e não nos pronunciamos com relação ao que consta na Lei, mas o juiz Sérgio Moro, aceitou as brincadeiras que ironicamente eram jogadas sobre a capital do Paraná, a então "República de Curitiba" e distribui passaporte de entrada e saída da 'república'.